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Carola Ponto e Vírgula

Carola Ponto e Vírgula

Para efeitos legais (nomeadamente: processos por calúnia) e para efeitos ilegais (nomeadamente: levar porrada, forte e feio) a história que se segue, ocorreu exactamente como vai ser contada, no rácio de 0,01% de veracidade. Por isso aos visados(as) peço que compreendam que não podia deixar passar um dia tão marcante na minha vida!

Para quem não sabe, e até para quem sabe, pode parece estranho, mas houve uma altura da minha vida em que a minha auto-estima estava em alta. Contando do chão para cima, tinha a auto-estima bem lá em cima… na linha do tornozelo! Não é para todos!

 

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Olá a todos, hoje venho aqui responder a uma ideia espectacular criada pela mar (fiquei fã do blogue também, a lista "original" está aqui), mas da qual só tive conhecimento por um dos blogues que mais sigo: a mulher que ama livros (podem ver as suas escolhas aqui)! E agora vamos às minhas escolhas, espero que gostem!

 

 

1 - A pensar morreu um burro.

Um livro que enrolou, enrolou, enrolou e parecia nunca mais chegar ao fim.

 

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"Quando o Cuco Chama", de Robert Galbraith, o pseudónimo de J. K. Rowling. Não sei o que se passou entre mim e este livro, acho que foi uma relação do tipo "não és tu, sou eu", mas lembro-me de não ter gostado nada. Se calhar a culpa foi mesmo minha, pelo menos tendo em conta as opiniões que tenho lido por essa Internet. É pouco provável que lhe dê uma segunda leitura, mas nunca se sabe...

 

 

2 - Mais vale tarde que nunca.

Um livro de que não estavas a gostar muito, mas depois *puff fez-se luz* teve um final muito bom.

 

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"13 Envelopes Azuis", de Maureen Johnson. Foi uma leitura recente e que tendo em conta o conceito que origina o desenrolar da acção me deixou curioso. Achei até perto do final uma história banal, mas melhorou muito perto do fim. Foi um livro que foi do 8 ao 80!

 

 

 

3 - Antes só que mal acompanhado.

Um livro único (stand-alone) espetacular.

 

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"13 Minutos" de Sarah Pinborough. Mais um 13, só que este é um 13 de muita sorte. Adorei este livro, e mesmo quando já estava satisfeito com o suposto final, ainda me conseguiram surpreender na última centena de páginas e tornar este livro um dos meus favoritos deste ano! Recomendo como se não houvesse amanhã!

 

 

4 - A galinha do vizinho é sempre melhor que a minha.

Um livro muitas vezes comparado a livros ou sagas populares, mas que ficou um pouco abaixo das expectativas.

 

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"Escrito na Água" de Paula Hawkins. Desde logo por ser o segundo livro e talvez até por isso, as expectativas que carregava à conta do seu antecessor ( "A Rapariga no Comboio") fizeram com que ficasse um pouco abaixo das minhas expectativas. Gostei, mas não tanto como do primeiro livro da autora.

 

 

5 - Para bom entendedor meia palavra basta. 

Um livro curto, mas bom.

 

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"O Homem em Busca de um Sentido" de Viktor E. Frankl. Devorei este livro. A forma como nos relata as atrocidades que viveu nos campos de concentração é de deixar qualquer um que não passou por aquilo, espantado com a forma como além de conseguir sobreviver ainda conseguiu criar uma terapia que mostra como o fez. Livro enorme!

 

 

6 -Todos os caminhos vão dar a Roma.

Um livrou e/ou universo literário para o qual gostavas de viajar.

 

 

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"Envelhenescer" de Pedro Chagas Freitas. Quem não gostaria de ser levado para um país onde em vez de envelhecer, ficássemos mais jovens?! Talvez os recém-nascidos não gostassem... É com base nesta ideia doida que se desenrola toda a história e nota-se que o autor pensou em como esta mudança iria afectar tudo e todos no Mundo.

 

 

7 - Quem te avisa teu amigo é.

Recomenda três livros.

 

 

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"Estrada da Noite" de Kristin Hannah: Foi um livro que comprei pelo Círculo de Leitores quase por acaso e ainda bem que esse acaso me deu o prazer de ler este livro. Este livro mexeu comigo desde o início e a certa altura deixou-me com raiva duma personagem (é capaz de ter sido a única vez que isso aconteceu). Adorei e acho que isto nas mãos de um bom realizador daria um bom filme.

 

"Vozes de Chernobyl" de Svetlana Alexievich. Este por se basear em relatos da população afectada pelo desastre nuclear que se abateu sobre eles. Foi para mim, uma grande lição de que temos de pensar nas populações primeiro antes de andarmos a brincar com coisas muito perigosas. Escrito de forma magistral, sentimos a dor de cada uma das pessoas, e por isso é um livro que considero essencial, mas que nem todos podem conseguir aguentar! 

 

"O Fim da Inocência" de Francisco Salgueiro. Este livro já deu origem a um filme (que ainda não vi), mas que para mim foi revelador e ao mesmo tempo assustador de ler a forma de pensar e agir da nossa juventude. Claro que não serão todos assim, mas eu pensava que nenhum jovem pensaria e agiria desta forma! Foi um grande abre-olhos para mim e acredito que o mesmo acontecerá a todos os que lerem este livro. Esperava que o cenário fosse mau, mas não tanto nem tão cedo.

 

 

Pronto chegámos a fim, espero que tenham gostado, comentem a vossa opinião sobre os livros que já leram, sobre outros que achem melhores ou mais marcantes para vocês. Agradecer novamente à criadora desta ideia muito original, visitem o blogue dela vale a pena! Muito obrigado. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Olá a todos, cá estamos de novamente esta semana prontos para… reclamar por um Verão que tarda em chegar e ficar! Dizem que chega para a semana, o problema é que dizem isso desde Abril…

Tirando isso, temos mais um livro para opinar (e não “oh pinar”, atenção) e pela abordagem que estão a ler, já dá para antever o tipo de livro.

Ora então hoje no menu literário temos: “Com o Humor não Se Brinca” do jornalista Nelson Nunes. A ideia deste livro nasce em conversas entre Nelson Nunes com um dos maiores humoristas da actualidade, e certamente o mais controverso, Rui Sinel de Cordes.

 

 

Olá a todos, boa segunda-feira (se é que isto existe) e como uma desgraça nunca vem só, aqui estou eu novamente e, como sempre, em peso. Como na semana passada andei a vasculhar a minha vida na C+S, hoje armo-me ainda mais em Trunks do futuro e volto ainda mais atrás no tempo para vos recordar outro belo dia na minha vida, desta vez ainda na primária!

 

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Mais uma voltinha, mais uma viagem!

É até ficar com o cabelo azul (só os viciados vão entender esta) 

 

 

 

 

 

 

    

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Olá a todos, bem-vindos a mais uma opinião neste sábado de Verão (diz o calendário). O livro de hoje foi um presente do meu irmão, que como todos quantos me dão presentes já sabem, um livro é sempre bem-recebido cá em casa!

Começamos logo pelo título genial: “O Papagaio do Jesus”. Assenta que nem uma luva ao antigo treinador de Benfica e Sporting (e futuro treinador do Futebol Clube do Porto, esperem só!), mas na “realidade” este livro é a narração do animal de estimação de Jorge Jesus, um papagaio.

 

De: Mim

Para: FIFA

 

 

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Minha rica (de dinheiro) FIFA queria escorrer aqui umas linhas em relação a uma certa espécie de acontecimento que gerou outra espécie de notícia que, lá está, me fez espécie!

Então não é que o Mundial já acabou e os franceses levaram a taça?! Como se isto não fosse já um escândalo grande que chegue, ainda dizes que houve vídeo-árbitro na competição?! Como assim, vídeo-árbitro?! Aquilo mais parecia a sala de convívio da minha escola secundária, ninguém via nada do que lá se passava, mas pelo menos sempre deu para ver que mesmo sendo vídeo-árbitro há que equipar a rigor!

Mas o pior de tudo ainda estava para chegar:

 

 

 

 

 

Olá a todos e sejam bem-vindos a mais um dia na vida aqui do Tio Carola XL. Hoje voltamos ao tempo em que eu ainda não era tio nem era ainda XL. Resumindo: C+S, 6º ano, ano lectivo 1998/1999 (sim, já foi há muito tempo, até foi antes da primeira ameaça que o mundo ia acabar).

Quem me vê nos dias de hoje não me consegue imaginar nem magro nem um selvagem, mas naquele tempo (conversa de velho), eu era mesmo isso: um pequeno Tarzan magricela!

 

 

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Eu quando era pequeno, já com o pau na mão!

 

 

 

 

 

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Olá a todos, bom fim-de-semana e voltamos hoje com mais uma opinião, desta vez sobre um livro pesado de se ler, narrado por uma mãe que perdeu a sua filha, que se suicidou com 13 anos, a jovem Marion.

 

 

De: Mim

Para: Fotógrafos de Instagram

 

 

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Caros amigos, chegou a altura de vos fazer justiça e enaltecer o vosso trabalho pelo qual muita gente recebe os louros, comentários cheios de emojis e likes.

É graças a esse grandioso trabalho que vocês fazem que já voltámos a ter fotografias “a sério” nas redes sociais, com as selfies e principalmente os ridículos sticks a tornarem-se cade vez mais raros. Curvo-me perante o vosso sucesso (embora com esta barriga não me posso curvar muito senão caio para a frente, o que conta é a intenção)!

 

 

 

 

 

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