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Carola Ponto e Vírgula

Carola Ponto e Vírgula

Eu sei que todos vocês que acompanham todas as peripécias deste blogue me tem em muito boa conta! Como é que eu sei?! Basta não me insultarem e já é um bom sinal. Mas, lamentavelmente, hoje toda a minha boa reputação vai pelo cano abaixo, mas também para quem se auto-intitula só “O Gajo Mais Honesto do Mundo” já sabia que este dia chegaria e que teria que abordar esta página negra (mais uma) da minha vida. Ora vamos lá então!

Quem me conhece pessoalmente sabe que eu na minha expressão oral digo muitas asneiras. Na minha expressão escrita também, mas sem recorrer ao vernáculo. Lógico que algum dia isto teria que se tornar um problema grave.

 

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Olá caros leitores, mais uma vez venho aqui partilhar as minhas leituras, desta vez para este mês de Julho. De um lado temos um livro que comprei na Feira do Livro deste ano, e com o qual espero aprender mais um pouco porque já diz o ditado: "O saber não ocupa lugar". Do outro lado temos uma história com uma premissa fora do comum e que entra para aquela minha categoria "gostei da capa,li a snipose, chega. vou levar!"

 

"Seja o Melhor" de Marcus Buckingham

 

SINOPSE:

 

Começando com os best-sellers de um milhão de cópias - FirstBreak All The Rules e Now, Discover Your Strengths -, Marcus Buckingham iniciou o movimento de forças, que está a abalar o mundo, da área empresarial até aos órgãos governamentais e à educação.

Agora que o movimento está em franca aceleração, o último livro de Buckingham responde à pergunta fulcral: Como podemos actualmente aplicar as nossas forças para obtermos o máximo de sucesso no trabalho?

Pesquisas mostram que a maior parte das pessoas não está sequer próximo do pleno uso das suas forças no trabalho - de facto, apenas dezassete por cento dos trabalhadores acredita estar a usar todas as suas forças no seu desempenho profissional. O livro Seja o Melhor foi elaborado com o objectivo de mudar este facto através de um conjunto de seis passos, uma experiência de seis semanas que irá revelar a importância desconhecida das suas forças. Buckingham mostra como alcançar o controlo das suas qualidades e como redefinir a sua descrição de funções mesmo em frente ao seu patrão. Aprenderá:

• Por que razão as suas forças não consistem "naquilo que faz bem" e as suas fraquezas não consistem "naquilo que não faz bem".
• Como usar os quatro sinais de aviso para identificar as suas forças.
• Quais as medidas simples que pode tomar, a cada semana, para direccionar o seu tempo e trabalho para actividades que o fortalecem e manter-se afastado das outras actividades.
• Como falar com o seu patrão e colegas das suas forças sem parecer que está a gabar-se e das suas fraquezas sem parecer que está a queixar-se.
Um ritual semanal de quinze minutos que irá manter as suas forças no caminho certo durante toda a sua carreira.

Com um conjunto de exercícios que irão fazer parte da sua semana normal de trabalho e tácticas comprovadas por pessoas que aplicaram com sucesso as lições deste livro, Seja o Melhor irá proporcionar-lhe uma abordagem radicalmente diferente da sua vida profissional. Como parte do programa do livro, irá iniciar online um Strenghts Engagement Track, instrumento específico e eficaz, que já mostrou provas de ser a melhor maneira de medir o nível de uso das suas forças ou das forças da sua equipa. Pode ainda fazer o download das duas primeiras partes do conhecido filme Procura- se Tocador de Trombone.

O livro Seja o Melhor irá abrir um novo e entusiasmante território para si e para a sua organização. Junte-se ao movimento de forças e seja bem sucedido.

 

EXPECTATIVA:

 

Sempre que leio livros deste género, espero aprender alguma coisa nova que me ajude a evoluir e a crescer cada vez mais. A informação e a formação nunca é demais e por isso espero conseguir aplicar isto no meu dia-a-dia com o objectivo não de ser "o melhor" mas ser, isso sim, um pouco melhor todos os dias.

 

"O Poder" de Naomi Alderman

 

SINOPSE:

 

Quando as raparigas ganham o poder de causar sofrimento e morte, quais serão as consequências?
E se, um dia, as raparigas ganhassem subitamente o estranho poder de infligir dor excruciante e morte? De magoar, torturar e matar? Quando o mundo se depara com esse estranho fenómeno, a sociedade tal como a conhecemos desmorona e os papéis são invertidos. Ser mulher torna-se sinónimo de poder e força, ao passo que os homens passam a ter medo de andar na rua, sozinhos à noite.

Ao narrar as histórias de várias protagonistas, de múltiplas origens e estatutos diferentes, Naomi Alderman constrói um romance extraordinário que explora os efeitos devastadores desta reviravolta da natureza, o seu impacto na sociedade e a forma como expõe as desigualdades do mundo contemporâneo.

 

EXPECTATIVA:

 

Com uma sinopse destas, uma capa bem viva e contrastante, quem é que resiste?! É verdade que o meu critério (se é que lhe podemos chamar de critério) de selecção de compras é uma piada em si mesmo, até para mim, mas tendo como base uma premissa tão "fora" não podia deixar este livro quieto na prateleira sem o levar, pois o risco de morrer de curiosidade é um dos maiores flagelos da humanidade segundo um estudo científico que eu acabei agora de fazer!   

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Hoje temos mais uma sext… espera aí hoje é sábado, e será a partir de hoje aos sábados que sairá a opinião semanal sobre um livro. Isto porquê?! Porque este blogue não é um trabalho de segunda a sexta, é um hobbie e como tal decidi ter este espaço ao sábado.

Explicações feitas, hoje trago-vos uma leitura fresquinha: A leitura do mês de Junho, 13 Envelopes Azuis de Maureen Johnson. Tendo arrecado vários prémios de “Young Adult” entre 2005 e 2007, eu já esperava uma leitura leve, mas que de alguma maneira me conseguisse cativar e manter a curiosidade em alta.

A história começa quando Virgínia (Ginny para os leitores) Blackstone recebe, da sua tia Peg, um envelope azul com mil dólares, um bilhete de avião e umas instruções para seguir. Desse momento em diante começa a aventura de Ginny à conta da imaginação e das regras estipuladas pela sua tia Peg.

 

Regra 1: Só podes levar o que couber na tua mochila. Não tentes fazer batota com uma mala ou um trólei.

 

Regra 2: Não podes levar guia de viagem, livros de frases ou qualquer tipo de ajuda com línguas estrangeiras. E nada de diários.

 

Regra 3: Não podes levar dinheiro extra ou cartões de crédito/débito, cheques de viagem, etc. Eu trato disso tudo.

 

Regra 4: Nada de apoios eletrónicos. Isto significa, nada de computador portátil, nem telemóvel, nem música, nem câmara. Não podes ligar para casa nem comunicar com pessoas nos EUA através da internet ou telefone. Postais e cartas são aceites e encorajados.

 

 

 

         Estávamos no final do ano de 2006, já a cheirar a Natal, quando decidem que eu tinha exame de condução. Eu como sou a pessoa mais confiante nas minhas fracas capacidades, enchi-me de força e pensei: “F***-** já me estragaram a m**** do Natal!” — sim, tenho a certeza (50% vá) que foi exactamente isto que disse!

         Claramente eu sabia que tinha sido convenientemente preparado em todas as aulas, tinha tanta certeza, quanto as vezes que tinha ouvido do instrutor: “tira o pé da embraiagem!”, para eu responder: “Se alguém tem, não sou eu…” e de lá vinha um: “Desculpa era eu…”. Só aí se vê a confiança (ou medo) que o meu instrutor tinha em mim. E ainda assim, o velho do cacete não achou melhor altura para ir a exame que perto do Natal!

 

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Foi um primo deste que sofreu muito naquele dia!

 

 

 

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