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Carola Ponto e Vírgula

Carola Ponto e Vírgula

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Olá a todos bem-vindos a mais uma opinião. Hoje temos “O Fim da Inocência II” de Francisco Salgueiro, edição Oficina do Livro. Este livro foi escolhido no Instagram como uma das leituras para este mês de Outubro.

Este livro sendo independente do primeiro, segue o mesmo tema: a vida adolescente nesta época de Internet, Smatphones, Redes Sociais e Likes. Aqui contamos com o relato de um jovem, Gonçalo, que nos vai contando como foi a sua vida de adolescente e como esta foi mudando tão rápido e sempre para pior.
Ao ler estes relatos tive sempre dois pensamentos bem diferentes. Numa página pensava: “Também queria ter uma adolescência destas, isto é que é curtir”! Na página seguinte e após mais uma revelação estonteante, ficava-me pelo: “Ainda bem que não passei por isto!”.

 

“As mensagens hardcore… bem, eram isso mesmo. Fotografias, às vezes vídeos delas nuas, delas a fingirem que se masturbavam ou a beijarem a melhor amiga na boca. Muitas eram montagens, outras eram mesmo reais. Os textos que acompanhavam as mensagens eram também muito directos: «Queres foder?», «Quero fazer-te um broche», «Quero que me comas» Sim, as raparigas tinham entre os 12 e os 15 anos. Isto é normal hoje em dia, e uma aberração no tempo dos nossos pais.”

 

 

 

 

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Termos da pesquisa: Google, imagens, Red Tube logo. Feito!

Demorei foi umas duas horas a fazer essa pesquisa!

 

 

AVISO: Devido ao tema em questão e tornando-se impossível ser de forma diferente, avisamos os nossos leitores que o texto que se segue contêm, como é hábito, muita asneira, mas também vernáculo do bom. Vernáculo esse, que não sendo uma obrigatoriedade criminosa ao nível dos beijos aos avós, é ainda assim para os mais sensíveis, uma chatice. Lamentamos, mas a liberdade de expressão instituída deixa-nos ser parvos a este ponto e eu estou cá para isso!

 

Depois de dado o aviso, olá a todos bem-vindos a mais uma história de arromba. Com a confissão da semana passada, tirei um peso dos ombros e já que estou neste escarafunchar de esqueletos no armário, hoje vamos a mais um: eu vou ao Red Tube todos os dias!

Rapaziada, eu acho que está mais que na altura de perder a vergonha e dizer o que nos vai na alma e que este meu exemplo seja o rastilho para que outros se cheguem à frente e falem sem inibições. Roubámos alguma coisa?! Estamos a fazer mal a alguém?! Somos deputados?! Não, nada disso, então porquê ter vergonha?!

Eu de Red Tube, já tenho quilómetros. Não há que ter medo das palavras! Já lá vai o tempo (antes dos meus 18 anos) em que nem sonhava o que era o Red Tube. Claro que nos primeiros tempos ia com calma. Sabia lá eu onde é que me estava a meter, tinha que me sentir em segurança, não podia chegar lá dar fogo à peça, assim sem precauções nenhumas!

Tivesse eu feito isso e já estava morto, já não estava cá para contar a história. Aquilo do Red Tube, parece que não é nada de mais, que é só pôr mãos à obra e o trabalho aparece feito e ninguém se fod… magoa! Quem não tiver atenção a ir ao Red Tube, está a meio caminho andar a dar o litro e no fim de contas não era nada daquilo que queria ter feito.

Armem-se em espertos e fanfarrões no Red Tube e depois quando derem por isso, está o animal todo vermelho e vocês todos assados! Sim, meus humildes gabarolas, depois quando tiverem todos partidos e não conseguirem corresponder às vossas obrigações matrimoniais não digam que eu não avisei.

Como seria de prever nem sempre estou virado para lá ir, mas quando dou por aquilo já tenho em mãos um problema para um par de horas! Isto não tem mal nenhum e bom seria que mais gente se chegasse à frente e admitisse que vai ao Red Tube. Ninguém é o super-homem, cada um vai à briga com o que tem, é preciso é dar tudo e de certeza que no fim o trabalho fica feito e bem feito.

Por isso rapaziada, façam como eu, admitam já foram ao Red Tube! Vá um de cada vez: “Já fui ao Red Tube”!

Viram não custa nada, quer dizer, custa, mas é a vida, tem que se trabalhar!

 

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Pronto aqui está ele, o meu Red Tube!

Agora é só agarrar no instrumento de trabalho e separá-lo.

A pergunta que se impõe: É grande, não é?!

 

 

 

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Olá a todos, bem-vindos a mais uma opinião. Hoje temos a segunda leitura do mês de Outubro (já só faltam três para bater o meu recorde num mês, yeah!): O Espião Que Saiu Do Frio, de John le Carré, com a edição 50 anos!

Desde logo temos um prefácio do próprio autor para celebrar os cinquenta anos desta obra. É sempre bom ver que os autores se preocupam em celebrar estas datas!

Temos a história de Leamas, um espião aparentemente caído em desgraça, que acaba por embarcar em mais uma missão, numa época como uma Alemanha ainda dividida em duas. Todo o enredo é isso mesmo, só aparente e o autor deixa-nos na dúvida em várias vertentes: Qual é realmente a missão?! Para quem trabalha Leamas na verdade?! Desde quando é que Leamas está e missão?!

 

“— Tenho más notícias para si — disse ele. — Andam à sua procura em Inglaterra. Soube-o esta manhã. Estão a vigiar os portos.

Leamas perguntou impassivelmente:

— De que me acusam?

— Teoricamente, de não se ter apresentado numa esquadra dentro do período regulamentar depois de ter sido posto em liberdade.

— E na prática?

— Consta que você é procurado por infração à Lei do Segredo de Estado. A sua fotografia aparece em todos os vespertinos. Os títulos são muito vagos.

Leamas manteve-se imóvel.”

 

 

 

 

 

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Olá a todos, bem-vindos ao momento histórico em que finalmente eu deito o mito por terra!

Sim, é verdade eu já pinei!

Sei que é uma surpresa para quase todos e muito do que aqui irá ser dito e revelado criará em alguns a satisfação de dizerem: “Eu sabia! Ele tinha que estar a mentir, era impossível ser verdade”. Parabéns para vocês, tinham razão. Claro que nenhuma identidade além da minha irá ser revelada. Não quero que ninguém fique conotado como tendo pinado comigo!

Foi uma mentira que guardei durante muito tempo, e de muita gente, a quem de alguma forma se sentiu ofendido, as minhas desculpas. A partir deste momento tudo será estranho para vocês que acreditaram nesta mentira, ou melhor, acreditaram em mim. Não será fácil, mas acreditem que, desta vez, é a mais pura das verdades.

 

 

 

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Olá a todos, bem-vindos a mais uma opinião, hoje temos “Pão de Açúcar” de Afonso Reis Cabral. Este jovem escritor foi o vencedor do prémio Leya com o livro “O Meu Irmão”. Livro esse que me foi oferecido e já me valeu uma reprimenda por ainda não o ter lido.

Este “Pão de Açúcar”, editado pela D.Quixote, foi a escolha para o mês de Outubro do Net Book Club, o novo clube literário idealizado e organizado pelo blogue “a mulher que ama livros”. Sigo este blogue desde que eu próprio pensei em criar o meu blogue. Esta mulher lê que se farta (quer dizer, não se farta de certeza, mas lê muito) e o blogue dela tem sempre muitas opiniões e sugestões para todos os gostos. Se não conhecem e gostam de livros (primeiro saiam da caverna) é um blogue de paragem obrigatória.

Voltando ao livro de hoje, ele leva-nos de volta ao ano de 2006, à história de um corpo resgatado de um poço com marcas de agressões e despido da cintura para baixo, num prédio abandonado. O corpo é de Gisberta, Gi para os amigos e assassinos, transexual e sem-abrigo, vive naquele prédio abandonado uma vida já de si miserável, de droga e doente, mas que com a descoberta por parte de Rafa, a nossa personagem principal, infelizmente irá piorar muito até ao desfecho trágico que se conhece.

 

“Acho que era Janeiro, até porque a data final disto é 22 de Fevereiro às oito e meia da manhã e, apesar de agora parecerem meses, a verdade é que não se passaram sequer sete semanas até as coisas acabarem.”

 

 

 

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Olá a todos, volto hoje para mostrar as Leituras do mês de Outubro que foram votados pelos seguidores do blogue no Instagram. Para este mês quis repescar para votação os livros que tinham perdido as votações dos dois meses anteriores e dar a dois deles a leitura que também merecem.

Um aparte, além destas duas leituras, estou a participar no Net Book Club, que é um clube criado no blogue “a mulher que ama livros”. Vou participar pela primeira vez este mês, o livro é “Pão de Açucar” de Afonso Reis de Cabral. Um romance baseado num caso verídico editado pela D.Quixote. Como se não tivesse satisfeito, ainda recebi dois livros emprestados e que também são para ler neste Outubro!

Sendo assim será um mês de recordes para mim, consigo ler no máximo três livros num mês, mas este mês serão cinco e no fim cá estarei para falar sobre eles todos. Desejem-me sorte!

Ora curiosamente os vencedores deste mês são dois livros que têm um antecessor. Temos então “O Fim da Inocência II” de Francisco Salgueiro, edição Oficina do Livro e ainda “Homo Deus”, editado pela Elsinore e da autoria de Yuval Noah Harari.

O facto de já ter lido as duas obras anteriores a estas é a expectativa ser alta para ambos os casos. Mas vamos lá acreditar que serão tão bons como eu espero.

 

Homo Deus - História Breve do Amanhã de Yuval Noah Harari

 

SINOPSE:

 

Chegámos ao próximo passo evolucional: Homo Deus.

 

Homo Deus explora os projetos, sonhos e pesadelos que darão forma ao século XXI — desde o vencer da morte à vida artificial. Sucessor do bestseller internacional Sapiens: História Breve da Humanidade, coloca as questões fundamentais: para onde seguir a partir daqui? Como proteger o mundo dos poderes destrutivos do ser humano?

 

A guerra desapareceu.

É mais provável cometer suicídio

do que morrer num conflito armado.

 

A fome está a desaparecer.

É mais alto o risco de obesidade do que de fome.

 

A morte tornou-se um simples problema técnico.

Não alcançámos a igualdade — mas estamos perto de alcançar a imortalidade.

 

A história começou quando os homens inventaram os deuses e terminará quando os homens se transformarem em deuses.

 

O que nos reserva o futuro?

 

 

EXPECTATIVA:

 

Gostei muito de ler o antecessor deste livro, “Sapiens: Uma História Breve da Humanidade”, por ter sido muito esclarecedor em termos históricos, mas também pela originalidade das perguntas que se propôs a responder e que até então ninguém tinha tentado procurar responder.

Neste caso a minha curiosidade cai sobre as previsões que serão feitas sobre como pode será o futuro não só dos humanos como do planeta.

 

 

O Fim da Inocência II de Francisco Salgueiro

 

 

SINOPSE:

Com boas notas, e a estudar num dos melhores colégios de Lisboa, Gonçalo é o filho que todos os pais gostariam de ter.

 

Desde cedo, ele e o grupo de amigos são bombardeados com imagens sexuais em filmes, séries, videoclips, anúncios e celebridades levando a uma erotização precoce. A ausência de educação sexual por parte dos pais e colégio leva-os a investigar o extenso mundo da pornografia na internet.

 

Em simultâneo, a sua impreparação para lidarem com as redes sociais leva-os a serem participantes e vítimas na busca vertiginosa de likes para ultrapassarem a mítica marca dos 1000 amigos. Eles apenas pensam nos desafios e nunca nas consequências. As drogas legais, o sexting, a masturbação online com estranhos, serem paparazzi da vida uns dos outros e a prostituição com mulheres mais velhas fazem parte do seu estilo de vida, onde o futuro não existe, apenas o logo à noite.

 

Depois do best-seller que abalou a sociedade portuguesa, Francisco Salgueiro regressa com uma nova história sobre os adolescentes portugueses do século 21.

 

 

EXPECTATIVA:

 

Se houve livro que me chocou, foi a primeira versão, a feminina, d’O Fim da Inocência. Parecia um relato daqueles que vemos na televisão, de alguém com 50 anos que já tinha ido ao fundo do poço e voltado. Mas não, era o relato duma adolescente que estava mais preocupada por se estar a atrasar em relação ao seu grupo de amigos do que em perceber a gravidade do problema e naquilo em que estaria a transformar o seu futuro. Ainda não vi o filme, também por ter quase a certeza que é quase impossível ser o filme melhor que o livro.

Nesta segunda versão parece que temos a versão masculina de um filho que aparenta ser uma coisa, mas que depois tem uma vida completamente diferente daquela que os seus pais imaginam. Espero com este livro, continuar a tentar entender o que vai na cabeça desta juventude tecnológica e dos perigos que essa tecnologia traz ou aumenta.

Com isto e em busca do recorde pessoal, vou ali ler qualquer coisinha! Comentem e até à próxima.

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Olá a todos, bom fim-de-semana a todos. Hoje estou de volta com mais uma opinião, desta vez sobre um livro de desenvolvimento pessoal e o segundo livro do mês de Setembro: “Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas” de Dale Carnegie editado pela Lua de Papel.

Editado pela primeira vez em 1937, é um mais um bestseller que se torna intemporal e que faz tanto sentido hoje como no primeiro dia em que saiu para as livrarias.

Este livro propõe-se a influenciar pessoas, sim, mas não a manipulá-las. Toda a informação e forma de a utilizar é para ser feita de um ponto de vista honesto, tonando este livro um manual de como evoluir e de mudança de estilo de vida e de abordagem em relação aos outros.

 

“John Wannamaker, fundador das lojas com o mesmo nome, confessou certa vez: “Aprendi há 30 anos que é escusado repreender as pessoas. Já tenho dificuldades em ultrapassar as minhas próprias limitações, quanto mais aborrecer-me com o facto de Deus não ter distribuído o dom da inteligência de forma equitativa”

 

 

 

 

Um Pequeno Favor

 

 

Olá bem-vindos a mais uma sexta-feira, desta vez um feriado e tudo! Hoje no 6a-em-Série falamos pela primeira vez de um filme. “Um Pequeno Favor”, estreou em Portugal a 20 de Setembro e eu fui vê-lo no fim-de-semana passado.

Este filme conta com Anna Kendrick (Pitch Perfect, Twilight, The Accountant) e Blake Lively (The Town, Série Gossip Girl) nos papéis principais. Temos logo duas personagens completamente opostas: de um lado uma mulher, viúva, muito bem-comportada, youtuber de receitas culinárias, chamada Stephanie Smothers (Anna Kendrick). Do outro lado uma mulher de negócios, casada, mais misteriosa de Seu nome Emily Nelson (Blake Lively). Em comum têm os dois filhos, que estão na mesma escola e são grandes amigos. Daí surge a nova amizade entre as mães, até ao desaparecimento de Emily, que deixa Stephanie preocupada e pronta para ir e busca de respostas para aquele desaparecimento tão repentino.

 

 

 

 

 

 

Classificação IMDB: 7,2

 

A minha classificação (de zero a dez): 7

Foi um filme bom, com algumas surpresas de que não estava à espera e com bom ritmo para o desenrolar da acção e para algum desenvolvimento das personagens, pelo menos das principais. É um filme que dá para passar bem o tempo e do qual gostei.

 

Agora, espero que também vocês tenho gostado de ler este post, e que voltem sempre!

Olá a todos e bem-vindos a mais um dia na vida do maior Carola da minha rua. Como já deu para perceber pelo título, hoje vou contar-vos as peripécias da criação da Boys Band de maior sucesso em que estive (claro que o facto de ter sido a única é pouco relevante).

Isto para quem me conhece pode ser uma grande surpresa, porque nos dias de hoje eu sou um grande fã de Rock e Heavy Metal, mas sim a verdade é essa: eu estive numa Boys Band!

 

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Era tipo isto, mas em bom...