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Carola Ponto e Vírgula

Carola Ponto e Vírgula

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Olá pessoal, conseguem aguentar mais uma música? O Top continua a bom ritmo, já só faltam quinze… Hoje visitamos o quinto álbum da banda, de 2016, The Last Hero, com o tema “Island of Fools”. Que grande malha, avisam-se os pescoços mais sensíveis! Avisados que estão, vamos a isso!

 

Frase favorita:

 

And when you see
The promise of what life should be
Your destiny
You must believe
The courage is all that you need
That's all you need
(All you need)

 

 

 

 

 

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Olá pessoal, vamos falar de livros?! Vamos, mas não é hoje (brincadeirinha!). Hoje voltamos ao álbum Fortress, mas com uma pequena grande diferença e que demonstra a versatilidade desta banda: nesta música quem assume como “Lead-Vocal” é Mark Tremonti (para quem não sabe, ele tem uma banda a solo chamada, imagine-se… “Tremonti”. Muito boa, mas muito mais pesada!). Fiquem com “Waters Rising”, espero que gostem e comentem se gostam ou não!

 

Frase favorita:

Now is the end of time a fool and his legacy are gone
His pride found another way to make sure it all went wrong
Awake in a new day our fears have come to pass
And this time they're gonna last. This time they're gonna last.

 

 

 

 

 

 

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Olá pessoal, volto hoje com mais uma opinião, que é esta: “Que livro do…”. Pronto já está. Adeus e boa noite. Realmente não há muito mais a dizer sobre este livro, que livro do Afonso Reis Cabral! Uma autêntica maravilha! Mas talvez seja melhor elaborar um pouco mais a minha opinião.

Primeiro que tudo, este não é o primeiro livro que leio do autor. Li em Outubro do ano passado o “Pão de Açúcar”, um livro baseado em factos verídicos, e gostei muito. De maneiras que as expectativas iam altas, o que sinceramente me fez adiar muitas vezes a leitura para não julgar um em função do outro. Falo-vos então de “O Meu Irmão”, vencedor do Prémio Leya 2014.

 

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Olá pessoal, por aí está animado, ainda não partiram o pescoço com tanto headbang? Ora então aqui vai mais uma: New Way To Live. Esta música foi “bónus track” do álbum “Blackbird” em alguns países, mas que foi editada para todo o Mundo em 2017 no CD  “Live at the O2 Arena + Rarities”. No vídeo irão ver umas das características do vocalista Myles Kennedy: enganar-se na própria letra 😊! Vamos a ela, Rock on!

 

Frase favorita:

It pulls me down like the heaviest of stone
And I am only flesh and bone
And so I walk through this valley all alone
I can't take this anymore
No

 

 

 

 

 

 

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Olá pessoal, continuamos o meu top 20. Espero que estejam a aguentar essa vontade de me bater e dizer: “Publica sobre livros, seu ___ (preencher com insulto a gosto)”. Tenham calma depois desta já só faltam 17! Esta música é a que dá nome ao quarto álbum da banda, “Fortress”. Esta música é uma, de entre muitas, que define aquilo que mais gosto na banda, a forma como eles constroem os seus “Anthems” alternando entre melódico e pesado com muita facilidade (aqui até alternam “solos”). Mais uma vez, espero que gostem, Rock on!

 

Frase favorita:

One thing I know is for certain
We cannot have all we want
Still this will not stop the hurting. It is never gone

 

 

 

 

 

 

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Olá pessoal, continuamos o meu top 20. E se ontem vos trouxe aquela que foi a primeira música, hoje trago-vos o single do último álbum “Walk The Sky”. A música chama-se Wouldn’t You Rather, e além de um ritmo “agressivo” traz uma mensagem importante consigo (aliás, isso é uma constante nas suas músicas). Espero que gostem, Rock on!

 

Frase favorita:

Sell yourself short and buy a world of pain

Follow your bliss or pay the price

 

 

 

 

 

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Olá pessoal, bom Domingo a todos. Eu sei que a maioria vocês visitam este Blogue, Instagram, Facebook, porque gostam de livros e gostam de ler opiniões sobre os livros e eu fico muito agradecido por cada visita, like, comentário, partilha.

Mas hoje (e nos próximos dias) gostava de vos trazer algo diferente, mas que também serve para mostrar que a escrita que nos marca não é só aquela que vem nos livros mas, neste caso, também na música.

Pode parecer lamechas (e eu nem quero saber se parece!!) mas eu posso dizer que existiram duas coisas que, muito provavelmente, me salvaram a vida em 2012. Não, eu não vi a luz, o que eu “vi” naquela altura negra e depressiva foram quase em simultâneo a paixão pela leitura e descobri aquela que viria a ser a minha banda favorita: Alter Bridge. Quem aqui é fã ou conhece esta banda?

Uma vez que eles vão voltar a Portugal no dia 6 de Dezembro e porque faltam só 20 dias para o concerto, eu decidi fazer o meu Top20. Não será um top ordenado, até porque me custou horrores escolher só 20 (devia ter começado isto no top 50 pelo menos). Talvez as últimas 5 sejam aquelas que vou ordenar, não sei ainda. Vamos então falar da primeira de todas, aquela que despertou o meu gosto por esta banda.

 

 

 

 

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Olá pessoal, vamos a mais uma opinião que já se faz tarde (apesar de ainda ser de manhã), antes de mais umas perguntinhas: Quem já leu este livro? E outro deste autor? Qual é o livro de José Luís Peixoto que mais recomendam? Qual é o vosso escritor(a) português favorito(a)?

 

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Olá pessoal, então como vão essas leituras? Essa meta anual de livros está muito longe? Que livro estão a ler por estes dias? Hoje vamos falar de um livro que além de ser a minha estreia com o autor, também tinha grandes expectativas sobre ele, infelizmente não as cumpriu todas, mas vamos lá com calma…

Temos então “As Gémeas do Gelo” (título original: The Ice Twins) de S. K. Treymayne, editado em Portugal pela TopSeller. Dizer que achei a sinopse espectacular e talvez isso tenha contribuído muito para começar com as expectativas lá todas para cima. A história conta-nos que haviam duas gémeas, Lydia e Kisrtie, e que ao cair acidentalmente Lydia morre.

 

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Olá pessoal, vamos lá falar de mais uma leitura que fiz no mês de Outubro, neste caso a quinta. Volto a uma das minhas escritoras favoritas e que, felizmente, também já se ouve falar muito por esse bookstagram fora. Falo-vos de Kristin Hannah. Como já disse várias vezes eu não leio regularmente desde criança, só comecei bem mais tarde, em finais de 2012 (é que nem os de leitura obrigatória eu lia), mas Kristin Hannah foi uma das primeiras autoras que me marcou e da qual queria ler mais e mais.

Depois de me estrear com “Estrada da noite” (título original: Night Road) em 2014, fiquei com a ideia das pessoas com quem falava sobre livros (que também não eram assim tantas, diga-se) que ninguém a conhecia, o que depois daquilo que eu tinha lido, se não era crime, pelo menos devia dar direito a uma multa pesada. Como devia dar multa estar tanto tempo sem pegar em nenhum livro dela, que foi o que fiz, uma vez que só voltei a ler algo desta autora este ano: “O Regresso” (título original: Home Front).

Para compensar, este ano já li dois e é desse segundo que vamos falar agora: A Grande Solidão (originalmente, The Great Alone), na edição Círculo de Leitores. Posso já começar os elogios ou falo um bocadinho das personagens e da história? Se calhar começo pela história…

A nossa história começa em 1974 quando a família Allbright, composta por Cora (a mãe), Leni (a filha) e por Ernt (o pai) que é quem decide mudar-se para o Alasca para procurar fugir da confusão da cidade depois de voltar da guerra do Vietname. Claro que trocar a confusão citadina pelo Alasca parece um passo rumo a uma vida com menos stressante.

 

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