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Carola Ponto e Vírgula

Carola Ponto e Vírgula

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Olá pessoal, preparados para mais uma opinião?! Ready or not, aqui vai (sim eu misturo idiomas à bruta!): “4 Horas por Semana” (título original: The 4-Hour Workweek) de Timothy Ferriss edição portuguesa da Casa das Letras.

Mais uma vez optei por um livro de desenvolvimento pessoal, focado no trabalho, porque parecendo que não, o trabalho faz parte da vida duma pessoa e se puder aprender várias formas de melhorar nesse aspecto, não vejo porque não! Qual é o vosso livro de desenvolvimento pessoal favorito?

 

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Olá pessoal, sejam bem-vindos a mais uma opinião. Espero que se encontrem bem e que continuem a aguentar estes dias difíceis que temos tido. Para ajudar, temos livros para ler e para conversarmos sobre eles. Desde que o estado de emergência foi declarado notaram alguma mudança dos vossos hábitos de leitura? Eu, por exemplo, notei algumas mudanças, estranhas até. Porque antes disto tudo, eu gostava de ficar em casa a ler e era o melhor planeamento de fim-de-semana possível. Agora… gosto de ficar a ler na mesma, mas já sinto que tenho que fazer outras coisas (ver séries, anime, filmes, jogar no computador, etc) para que não sinta que a leitura seja já uma obrigação dadas as circunstâncias. Estranho, não é?! Mas, vamos lá então ao que interessa…

“Perto de Casa” (título original: Close to Home) de Cara Hunter, edição portuguesa da Porto Editora. Este livro já me tinha andado a saltar à vista por esse Instagram fora com opiniões muito positivas, falando principalmente (e sem spoilers) da originalidade na forma como a história nos é apresentada. Tudo começa com o desaparecimento de Daisy Mason, enquanto a sua família dava uma festa. Sem grandes pistas por onde começar a investigação o inspector Adam Fawley, embora mantendo todas os cenários em aberto, sabe que na maioria dos casos o criminoso é alguém que a vítima conhece.

 

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Olá pessoal, mais um dia, mais uma opinião! Não podiam ser só más notícias! Continuamos a falar de mais um livro para o #challengedomes da @chuvadeletras_ e da @fantasy.world97, desta vez da quarta e última semana do desafio. Nesta semana tínhamos de escolher entre Fantasia e Policial. Foi uma escolha fácil, já que adoro policiais. Foi mais difícil escolher qual dos policiais ler entre os muitos que estão aqui em casa.

No entanto, decidi voltar a ler mais um livro de um autor que tenho adorado, do qual já li dois livros, mas que por razões diferentes ainda não consegui dar-lhe 5 estrelas. Por isso parti para esta leitura com o pensamento que à terceira era de vez! Escolhi então “A Casa de Bonecas” (título original: The Doll’s House) de M. J. Arlidge, o terceiro livro da saga da detective Helen Grace, editado em Portugal pela TopSeller.

 

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Olá pessoal, prontos para falar sobre livros?! Espero que estejam todos em casa e bem de saúde. Vamos lá… então o livro de hoje foi comprado com o único propósito de ser lido na terceira semana do #challengedomes da @fantasy.world97 e da @chuvadeletras_. Isto porquê?! Porque na terceira semana a escolha seria entre Poesia e Ficção Científica. Eu já expliquei que embora goste de poesia não consigo ler bem, tudo o que seja poesia, para mim, além de ser lido tem que ser interpretado e eu sou muito mau nisso e torna a leitura demasiado frustrante para mim. Por isso, só me restava a ficção científica e este livro tinha uma sinopse muito interessante.

Assim, escolhi “As Primeiras Quinze Vidas de Harry August” (título original: The First Fifteen Lives of Harry August) de Claire North, um dos pseudónimos de Catherine Webb, editado em Portugal pela Saída de Emergência. Este livro conta-nos a história do, nada normal, Harry August que vive a sua vida, morre e depois volta ao dia em que nasceu, com todas as memórias intactas de toda essa sua vida anterior, isto repetido quantas vezes queira Harry.

 

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Olá pessoal, vamos lá falar de coisas sérias: como estão os vossos planos de leitura anual a correr? Dentro do esperado? Eu, para já, estou a ler mais do que tinha previsto com o meu objectivo anual no Goodreads. Quando isto vos acontece, vocês aumentam o número e a expectativa ou deixam estar como definiram no início do ano? O livro de hoje, é só o mais recente de um dos meus autores favoritos e que (eu sei que já disse isto umas mil vezes) foi o responsável pela descoberta do meu amor pelos livros. Parece surreal pensar em como era eu sem livros, ou seja, antes de 2012…

Pois bem, temos então “Imortal” de José Rodrigues dos Santos, editado em Portugal pela Gradiva. Este livro foi mais uma das minhas prendas de Natal (já só me falta ler um, que vai ser lido agora em Março) e é sempre uma boa leitura mesmo antes de abrir a primeira página.

 

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Olá pessoal, como vão essas leituras? Já tiveram alguma desilusão literária este ano? Eu por agora ainda não tive nenhum livro que não gostasse, é provável que vá acontecer mais tarde ou mais cedo, quanto mais não seja por expectativas demasiado elevadas. Então o livro de hoje é só um dos mais conhecidos de todos os tempos e o mais conhecido envolvendo a época da Segunda Guerra Mundial. Mas quem é que nunca o tinha lido?! Eu, pois está claro! Acreditem, há muitas coisas que só eu… 90% delas, não são boas!

Vamos então falar do livro que eu escolhi para participar no projecto da @dorasantosmarques, o #hol75: “O Diário de Anne Frank”, editado em Portugal pela Livros do Brasil! Sim, é verdade, já li umas coisinhas sobre a Segunda Guerra Mundial, campos de concentração, mas nunca tinha lido o diário mais famoso do mundo. Agora é aquela parte em que fazemos um minuto de silêncio em memória do tempo perdido pelos meus pais a fazer um gajo tão estúpido como eu… não quero cá aqueles aplausos como no futebol, como se eles tivessem feito um bom trabalho! Silêncio por favor.

 

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Olá pessoal, hoje volto com mais uma opinião, a primeira relativa ao ano de 2020! Qual foi a vossa avaliação ao primeiro livro do ano? Eu não podia ter começado melhor, mas não posso dizer que esteja surpreendido com a qualidade deste livro! Mas vamos lá com calma… A minha primeira leitura deste ano foi “O Rouxinol” de Kristin Hannah, no meu caso, na edição Círculo de Leitores.

 

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Olá pessoal, então este tempo chuvoso dos últimos dias tem sido sinónimo de leitura? O que andam a ler? Já fizeram a lista de livros que vão pedir ao Pai Natal? Qual é a maior prioridade na vossa lista de compras? Para quem gosta deste tema do Holocausto, Segunda Guerra Mundial, Auschwitz, tenho uma grande sugestão: “Os Bebés de Auschwitz” (título original: Born Survivors) editado em Portugal pela Vogais.

Como fica fácil de antever este livro fala-nos de três mulheres (Priska, Rachel e Anka) que se encontravam grávidas quando foram levadas para Auschwitz em 1944 e como se sobreviver não fosse já complicado por si só, ainda tiveram que esconder a gravidez e depois de passado o tempo, incrivelmente, ainda conseguiram ter estas crianças e sobreviverem todos sem quaisquer condições e bem para lá do limiar da dignidade humana.

 

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Olá pessoal, volto hoje com mais uma opinião, que é esta: “Que livro do…”. Pronto já está. Adeus e boa noite. Realmente não há muito mais a dizer sobre este livro, que livro do Afonso Reis Cabral! Uma autêntica maravilha! Mas talvez seja melhor elaborar um pouco mais a minha opinião.

Primeiro que tudo, este não é o primeiro livro que leio do autor. Li em Outubro do ano passado o “Pão de Açúcar”, um livro baseado em factos verídicos, e gostei muito. De maneiras que as expectativas iam altas, o que sinceramente me fez adiar muitas vezes a leitura para não julgar um em função do outro. Falo-vos então de “O Meu Irmão”, vencedor do Prémio Leya 2014.

 

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Olá pessoal, vamos lá falar de mais uma leitura que fiz no mês de Outubro, neste caso a quinta. Volto a uma das minhas escritoras favoritas e que, felizmente, também já se ouve falar muito por esse bookstagram fora. Falo-vos de Kristin Hannah. Como já disse várias vezes eu não leio regularmente desde criança, só comecei bem mais tarde, em finais de 2012 (é que nem os de leitura obrigatória eu lia), mas Kristin Hannah foi uma das primeiras autoras que me marcou e da qual queria ler mais e mais.

Depois de me estrear com “Estrada da noite” (título original: Night Road) em 2014, fiquei com a ideia das pessoas com quem falava sobre livros (que também não eram assim tantas, diga-se) que ninguém a conhecia, o que depois daquilo que eu tinha lido, se não era crime, pelo menos devia dar direito a uma multa pesada. Como devia dar multa estar tanto tempo sem pegar em nenhum livro dela, que foi o que fiz, uma vez que só voltei a ler algo desta autora este ano: “O Regresso” (título original: Home Front).

Para compensar, este ano já li dois e é desse segundo que vamos falar agora: A Grande Solidão (originalmente, The Great Alone), na edição Círculo de Leitores. Posso já começar os elogios ou falo um bocadinho das personagens e da história? Se calhar começo pela história…

A nossa história começa em 1974 quando a família Allbright, composta por Cora (a mãe), Leni (a filha) e por Ernt (o pai) que é quem decide mudar-se para o Alasca para procurar fugir da confusão da cidade depois de voltar da guerra do Vietname. Claro que trocar a confusão citadina pelo Alasca parece um passo rumo a uma vida com menos stressante.

 

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