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Carola Ponto e Vírgula

Carola Ponto e Vírgula

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Olá a todos. Desta vez trago-vos as minhas leituras para o mês de Abril. Novamente temos um romance e outro de investigação sobre um tema bastante actual.

 

 

“13 Minutos” de Sarah Pinborough

 

 

SINOPSE:

 

Natasha esteve morta durante 13 minutos. Salva de um lago gelado por um professor de música, regressa a casa sem conseguir lembrar-se do que aconteceu. Intercalando diversos registos (o diário de Natasha, a narração de uma sua "ex-melhor amiga", os relatórios da psiquiatra, as investigações da polícia, as notícias de jornal, etc.), o que confere à narrativa uma vivacidade e suspense notáveis, os fios da intriga vão-se entrelaçando com mestria. As descrições da psique e do quotidiano dos adolescentes de dezasseis anos é absolutamente notável. 

Todas as personagens são suspeitas à sua maneira e a intriga não é de modo nenhum óbvia, conseguindo criar uma tensão consistente e uma ambiguidade narrativa que nos deixa interessados e expectantes.

 

 

 

Expectativa:

 

É a primeira obra desta autora que vou ler. Estou curioso para saber como vai ser feita a tal interligação dos diversos registos e como isso pode ou não tornar evidente o desfecho desta história. A sinopse diz que não é óbvia, espero que sim, porque adoro quando o desfecho da trama é bem diferente daquilo que imagino.

 

 

 

 

“O Mito da Singularidade” de Jean-Gabriel Ganascia

 

 

SINOPSE:

 

O momento crítico em que a inteligência artificial prevalecerá sobre a humana designa-se por «Singularidade tecnológica». Faz parte das novas buzzwords da futurologia contemporânea e a sua importância é sublinhada em numerosas previsões de gurus da tecnologia como Ray Kurzweil (chefe de projetos da Google) ou Nick Bostrom (da respeitável Universidade de Oxford). Alguns cientistas e investidores, como Stephen Hawking e Bill Gates, partilham estas perspetivas e manifestam a sua preocupação.
Ameaça à humanidade e/ou promessa de uma «trans-humanidade», este novo milenarismo não para de se expandir. As máquinas irão tornar-se mais inteligentes e mais poderosas do que nós? Estará no nosso futuro uma cibersociedade de onde a humanidade será marginalizada? Ou conquistaremos uma forma de imortalidade transferindo o nosso espírito para supercomputadores?

 

 

 

Expectativa:

 

Confesso que desde que a Sophia (que agora é estrela de publicidade ao lado de Cristiano Ronaldo) apareceu na web summit fiquei chocado em como a inteligência artificial já ia bastante mais avançada em relação à minha noção. Depois foi-me impossível imaginar como será a convivência e o futuro ao lado destas máquinas. Nesta investigação de Jean-Gabriel Ganascia procuro perceber em que ponto estamos, para onde vamos e a que velocidade e de forma.

 

 

 

Alguém já leu algum destes livros? Gostaram? Conhecem os autores? Que outras obras deles recomendam? Comentem e esclareçam-me! Beijinhos e abraços.

 

 

 

 

 

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Olá a todos. Hoje trago-vos aqui as minhas leituras para este mês de Março. Eu gosto de ler dois livros ao mesmo tempo, sendo que se um for romance o outro já tem de ser de outro estilo. Neste caso é um livro de auto-ajuda.

 

  

“Origem” de Dan Brown

 

 

SINOPSE:

 

Bilbau, Espanha.

Robert Langdon, professor de simbologia e iconologia religiosa da universidade de Harvard, chega ao ultramoderno Museu Guggenheim de Bilbau para assistir a um grandioso anúncio: a revelação da descoberta que «mudará para sempre o rosto da ciência.» O anfitrião dessa noite é Edmond Kirsch, bilionário e futurista de quarenta e dois anos cujas espantosas invenções de alta tecnologia e audazes previsões fizeram dele uma figura de renome a nível global.

 

Kirsch, um dos primeiros alunos de Langdon em Harvard, duas décadas atrás, está prestes a revelar um incrível avanço científico… que irá responder a duas das perguntas mais fundamentais da existência humana. No início da noite, Langdon e várias centenas de outros convidados ficam fascinados com a apresentação tão original de Kirsch, e Langdon percebe que o anúncio do amigo será muito mais controverso do que ele imaginava. Mas aquela noite tão meticulosamente orquestrada não tardará a transformar-se num caos e a preciosa descoberta do futurista pode muito bem estar em vias de se perder para sempre.

 

Em pleno turbilhão de emoções e em perigo iminente, Langdon tenta desesperadamente fugir de Bilbau. Tem ao seu lado Ambra Vidal, a elegante diretora do Guggenheim que trabalhou com Kirsch na organização daquele provocador evento. Juntos, fogem para Barcelona, com a perigosa missão de localizarem a palavra-passe que os ajudará a desvendar o segredo de Kirsch.

 

Percorrendo os escuros corredores de história oculta e religião extremista, Langdon e Vidal têm de fugir de um inimigo atormentado que parece tudo saber e que parece até de alguma forma relacionado com o Palácio Real de Espanha… e que fará qualquer coisa para silenciar para sempre Edmond Kirsch.

 

Numa viagem marcada pela arte moderna e por símbolos enigmáticos, Langdon e Vidal vão descobrindo as pistas que acabarão por conduzi-los à chocante descoberta de Kirsch… e a uma verdade que até então nos tem escapado e que nos deixará sem fôlego.

 

 

 

Expectativa:

 

Deste autor li apenas “Inferno”, gostei bastante. Óbvio que já conhecia o autor e as adaptações para cinema das outra obras anteriores, “Código Da Vinci” e “Anjos e Demónios”. Desta nova história espero mais suspense, mais reviravoltas e símbolos para desvendar. Gosto muito deste estilo de romance e espero um tempo bem passado ao longo das mais de quinhentas páginas.

 

 

 

 

“Uma Mente Independente” de Osho

 

 

SINOPSE:

 

Osho dedicou a sua vida ao ensino e à prática da meditação, que ele não considerava um exercício espiritual, mas uma experiência científica: a meditação é a forma mais empírica e eficaz de conhecer o mecanismo da mente. E, conhecendo o funcionamento da mente, torna-se muito fácil identificar os mecanismos de ilusão e manipulação que nos rodeiam… Uma Mente Independente baseia-se em algumas das primeiras conferências feitas por Osho em retiros de meditação e é uma das suas obras mais provocantes e originais.

 

 

Expectativa:

 

A minha expectativa em relação a este tipo de livros é sempre aprender e apreender o modo de pensar destas pessoas. E se conseguir aplicar um conselho que seja, já é um livro que valeu a pena. Já li “A Magia da Autoestima” e é sempre bom ler maneiras de pensar diferentes da norma, e perceber que pequenos ajustes trazem grandes resultados e que as perguntas mais descabidas e “fora da caixa”, produzem respostas com grande valor e fáceis de aplicar.

 

 

 

E vocês já leram? Gostaram? Gostam dos autores? Comentem, é sempre bom saber as vossas opiniões! Beijinhos e abraços.