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Carola Ponto e Vírgula

Carola Ponto e Vírgula

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Olá pessoal, então este tempo chuvoso dos últimos dias tem sido sinónimo de leitura? O que andam a ler? Já fizeram a lista de livros que vão pedir ao Pai Natal? Qual é a maior prioridade na vossa lista de compras? Para quem gosta deste tema do Holocausto, Segunda Guerra Mundial, Auschwitz, tenho uma grande sugestão: “Os Bebés de Auschwitz” (título original: Born Survivors) editado em Portugal pela Vogais.

Como fica fácil de antever este livro fala-nos de três mulheres (Priska, Rachel e Anka) que se encontravam grávidas quando foram levadas para Auschwitz em 1944 e como se sobreviver não fosse já complicado por si só, ainda tiveram que esconder a gravidez e depois de passado o tempo, incrivelmente, ainda conseguiram ter estas crianças e sobreviverem todos sem quaisquer condições e bem para lá do limiar da dignidade humana.

 

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Olá pessoal, volto hoje com mais uma opinião, que é esta: “Que livro do…”. Pronto já está. Adeus e boa noite. Realmente não há muito mais a dizer sobre este livro, que livro do Afonso Reis Cabral! Uma autêntica maravilha! Mas talvez seja melhor elaborar um pouco mais a minha opinião.

Primeiro que tudo, este não é o primeiro livro que leio do autor. Li em Outubro do ano passado o “Pão de Açúcar”, um livro baseado em factos verídicos, e gostei muito. De maneiras que as expectativas iam altas, o que sinceramente me fez adiar muitas vezes a leitura para não julgar um em função do outro. Falo-vos então de “O Meu Irmão”, vencedor do Prémio Leya 2014.

 

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Olá pessoal, vamos lá falar de mais uma leitura que fiz no mês de Outubro, neste caso a quinta. Volto a uma das minhas escritoras favoritas e que, felizmente, também já se ouve falar muito por esse bookstagram fora. Falo-vos de Kristin Hannah. Como já disse várias vezes eu não leio regularmente desde criança, só comecei bem mais tarde, em finais de 2012 (é que nem os de leitura obrigatória eu lia), mas Kristin Hannah foi uma das primeiras autoras que me marcou e da qual queria ler mais e mais.

Depois de me estrear com “Estrada da noite” (título original: Night Road) em 2014, fiquei com a ideia das pessoas com quem falava sobre livros (que também não eram assim tantas, diga-se) que ninguém a conhecia, o que depois daquilo que eu tinha lido, se não era crime, pelo menos devia dar direito a uma multa pesada. Como devia dar multa estar tanto tempo sem pegar em nenhum livro dela, que foi o que fiz, uma vez que só voltei a ler algo desta autora este ano: “O Regresso” (título original: Home Front).

Para compensar, este ano já li dois e é desse segundo que vamos falar agora: A Grande Solidão (originalmente, The Great Alone), na edição Círculo de Leitores. Posso já começar os elogios ou falo um bocadinho das personagens e da história? Se calhar começo pela história…

A nossa história começa em 1974 quando a família Allbright, composta por Cora (a mãe), Leni (a filha) e por Ernt (o pai) que é quem decide mudar-se para o Alasca para procurar fugir da confusão da cidade depois de voltar da guerra do Vietname. Claro que trocar a confusão citadina pelo Alasca parece um passo rumo a uma vida com menos stressante.

 

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Olá pessoal, vamos lá falar daquilo que mais gostamos? Não, não é de chocolate (embora seja uma luta muito renhida cá em casa entre estes dois…), mas sim de livros! O livro de hoje é “Tu” (título original: “You”, ninguém diria!) de Caroline Kepnes, editado em Portugal pela Editorial Presença, que foi a minha quarta leitura do mês de Outubro.

Este livro já foi adaptado para série pela Netflix e eu até já vi o primeiro episódio (claro que só depois de ter acabado o livro). Aliás, foi por sugestão de quem viu a série que eu fiquei curioso em comprar o livro. E adorei-o, mas já lá vamos… Pela sinopse ficamos a saber que a história ganha forma a partir do momento em que Joe vê entrar na livraria onde trabalha Guinevere Beck, Beck para os amigos.

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Olá pessoal, preparados para mais uma opinião?! Nem eu… então vamos lá. Hoje é dia de falar daquela que foi a minha primeira leitura deste mês de Outubro, um dos livros mais falados do momento: “O Homem dos Sussurros” (título original: The Whisper Man) de Alex North (pseudónimo), editado em Portugal pela TopSeller.

Esta história começa com a chegada a Featherbank de Tom Kennedy e do seu filho Jake. Featherbank parece uma terra pacata, mas que esconde no seu passado, Frank Carter, um assassino em série que ficou conhecido como “O Homem dos Sussurros” porque à noite atraía as suas vítimas sussurrando-lhes à janela. Acabou detido, e lá continua há duas décadas. Até aqui caso resolvido e fechado, isto até outro rapaz ter desaparecido dois meses antes da chegada de Tom e Jake, em circunstâncias idênticas às de todos os outros que Frank Carter assassinou.

 

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Olá pessoal, boa quarta-feira a todos! Vamos lá continuar na saga “Tenho uns quantos livros para dar opinião em atraso”! Para ninguém estranhar, continuamos a falar sobre os livros para o SeptemberThrills.

Esta foi a minha segunda leitura e tendo em conta o excelente começo do desafio com “Um, Dó, Li, Tá”, este segundo livro tinha que ser algo especial para ser um sucessor digno. Fala-vos então de “A Rapariga de Antes” (título original: The Girl Before) de J.P. Delaney, editado em Portugal pela Suma de Letras.

 

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Olá pessoal, bom Domingo! Volto hoje com mais uma opinião ainda do mês de Agosto, que foi o mês em que li mais livros de sempre (6, parabéns para mim) mas que teve como dano colateral um atraso de muitos livros sobre os quais falar. Estou a dar o meu melhor para actualizar as opiniões o mais rápido que me for possível.

Hoje vou falar do quinto livro do mês passado “Sexo, Drogas e Selfies” de Francisco Salgueiro editado pela Oficina do Livro. Como sabem, esta não é a minha estreia com este autor, sendo o meu terceiro livro, depois dos dois “O Fim da Inocência” (um deles já foi falado há algum tempo aqui no blogue). Aliás, o primeiro “O Fim da Inocência”, serve de guia para a nossa personagem principal!

 

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Olá, bom Domingo a todos! Como vão essas leituras? Hoje é dia de dar a minha opinião a um livro que já foi falado por muita gente e que em grande parte contribuíram para que eu o comprasse. Foi a minha terceira leitura do mês de Agosto: A Paciente Silenciosa de Alex Michaelides da Editorial Presença.

Desde que li a sinopse que fiquei logo com a pulga atrás da orelha. Primeiro, o que é que leva a nossa pintora de sucesso Alicia Berenson a assassinar o marido?

 

 

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Olá pessoal, como vão essas leituras? Essas férias têm trazido boas leituras? Devo confessar que, embora não esteja de férias, tenho conseguido ler mais e estou bastante contente com os livros que tenho lido ultimamente. Hoje falo-vos daquele que foi a minha primeira leitura deste mês de Agosto: “Confesso” de Colleen Hoover editação portuguesa da Topseller e vencedor do prémio melhor romance 2015 do Goodreads.

Colleen Hoover é uma das escritoras mais faladas em Portugal nos dias que correm, tem uma legião de fãs e os seus livros são dos que mais se vêem reviews nas redes sociais. Com visita marcada para Lisboa no dia 11 de Novembro, muitos dos seus fãs já se encontram em alvoroço para que esse dia chegue depressa.

No entanto, não foi por nada disto que acabei por ler este livro. A história de como este livro acabou na minha estante já está no Instagram é só irem lá espreitar! Vamos então à história.

 

 

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Olá pessoal, como estão essas leituras? A quem já foi de férias, deu para meterem as leituras em dia? O que esperam ler em Agosto? Comentem, digam-me os vossos planos literários para este mês.

Agora, venho-vos falar daquele que foi a minha última leitura do mês de Julho: O Homem das Castanhas de Søren Sveistrup, editado em Portugal pela Suma de Letras.

Sinceramente estive muito hesitante em escolher este livro para acabar o mês. Primeiro, porque já faltavam poucos dias para o final do mês quando o comecei (dia 24 de Julho). Depois porque não era propriamente pequeno com mais de 400 páginas e eu não sou propriamente um devorador de páginas de cada vez que pego num livro. Como se isto não fosse suficiente, ainda me calha um livro com uma letra pequenina, pequenina que pensei que no fim ia ter os olhos mais assados que um frango no churrasco (críticas do PAN em 3,2,1…).

 

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