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Carola Ponto e Vírgula

Carola Ponto e Vírgula

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Olá pessoal como estão? Ainda não estão fartos de mim como se eu fosse um velho muito chato e casmurro (que ligação tão bonita ao livro de hoje… de génio…)?! Pois bem, sendo assim aqui vem mais um review. Este livro esteve na minha lista de desejos, deixou de estar (pois, às vezes é preciso tirar uns para meter outros ou então a lista vai aos 300…) e entrou de imediato no carrinho de compras quando a Editorial Presença fez uma promoção espectacular no seu site.

Temos então “O Diário Secreto de Hendrik Groen aos 83 Anos e ¼”, autoria do próprio, sendo que o próprio é um pseudónimo. De quem? Não faço ideia… Digam-me pseudónimos de autores conhecidos e como são diferentes do “original”. Por falar em original, o título original é “Pogingen iets van het leven te maken”, sendo que como já ficou evidente em cima, a edição em Portugal ficou a cargo da Editorial Presença.

 

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Olá pessoal, como têm estado?! Eu sei que tenho andado muito desaparecido e é provável que vá continuar assim por uns tempos. Há muita coisa a acontecer e o tempo para ler não tem sido o mesmo e as reviews acabam por atrasar também. Espero que compreendam e que continuem aí desse lado, porque vocês (e vosso amor pelos livros) são uma parte importante desta página e fico agradecido pela paciência.

Vamos então falar daquilo que interessa: “Aqueles que Merecem Morrer” (título original: The Kind Worth Killing) de Peter Swanson, edição portuguesa Editorial Presença. Só soube da existência deste livro (e de tantos outros) graças à @dorasantosmarques e depois de ler a sinopse fiquei logo muito curioso, quanto mais não fosse pela forma original como Lily e Ted se conhecem e como tudo se desenrola a partir desse momento.

 

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Olá pessoal, vamos lá falar daquilo que mais gostamos? Não, não é de chocolate (embora seja uma luta muito renhida cá em casa entre estes dois…), mas sim de livros! O livro de hoje é “Tu” (título original: “You”, ninguém diria!) de Caroline Kepnes, editado em Portugal pela Editorial Presença, que foi a minha quarta leitura do mês de Outubro.

Este livro já foi adaptado para série pela Netflix e eu até já vi o primeiro episódio (claro que só depois de ter acabado o livro). Aliás, foi por sugestão de quem viu a série que eu fiquei curioso em comprar o livro. E adorei-o, mas já lá vamos… Pela sinopse ficamos a saber que a história ganha forma a partir do momento em que Joe vê entrar na livraria onde trabalha Guinevere Beck, Beck para os amigos.

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Olá a todos, bem-vindos e vamos lá a mais uma opinião. Finalmente chego à minha última leitura do mês de Agosto. Não se pode dizer que tenha sido a melhor maneira de acabar o mês, mas não é menos verdade que também só escolhi este livro por ser dos mais pequenos que ainda tenho para ler!

Temos então “A Verdade e Outras Mentiras” de Sascha Arango publicado em Portugal pela Editorial Presença. Ora nesta história temos Henry Hayden, um escritor de enorme sucesso que vê toda a sua vida posta em causa quando a amante lhe revela que está grávida.

 

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Olá, bom Domingo a todos! Como vão essas leituras? Hoje é dia de dar a minha opinião a um livro que já foi falado por muita gente e que em grande parte contribuíram para que eu o comprasse. Foi a minha terceira leitura do mês de Agosto: A Paciente Silenciosa de Alex Michaelides da Editorial Presença.

Desde que li a sinopse que fiquei logo com a pulga atrás da orelha. Primeiro, o que é que leva a nossa pintora de sucesso Alicia Berenson a assassinar o marido?

 

 

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Olá pessoal, como vão essas leituras? Hoje é dia de falar da minha escolha para o mês de Junho no The Bibliophile Club. Eu sei venho um pouco atrasado (a minha chegou-me a dizer que eu era atrasado por natureza, não sei é se tinha alguma coisa a ver com horas e datas) e peço desculpa por isso, mas demorei demasiado tempo a terminar o livro anterior a este. O tema do mês de Junho seria ler autores negros.

Eu nunca tinha olhado para os livros que tenho para perceber se tinha autores negros ou não. Alguns nomes são tão esquisitos que eu nem sei se são mulheres ou homens, mas reparei que sim é uma das lacunas da minha estante (poesia, por exemplo, é outra lacuna que ainda está por resolver).

No entanto, por sorte ou por azar, tinha lido em Maio “Se Esta Rua Falasse” de James Baldwin e adorei esse livro. Mas a verdade é que fiquei sem nenhum livro para o tema de Maio. Sendo assim, e como a indecisão aperta muito na hora de escolher, decidi comprar logo dois (quem nunca?!) e deixei que os seguidores no Instagram votassem e assim escolhessem por mim. Tínhamos então “Sou Um Crime” de Trevor Noah e “O Ódio que Semeias” de Angie Thomas. Este último ganhou a votação e é dele que vamos falar agora!

Temos então “O Ódio que Semeias” (título original: The Hate U Give”) de Angie Thomas, editado em Portugal pela Editorial Presença.

 

“— Porque é que estás sempre a ouvir estas velharias?

— Pá, cala-te! O Tupac é que era.

— Sim, há vinte anos.

— Não, mesmo agora. Tipo, ouve isto. — Ele aponta para mim, o que significa que está prestes a mergulhar num dos seus momentos filosóficos. — «O Pac disse que “Thug Life” significa que “O Ódio que Tu Semeias na Crianças Lixa Toda a Gente”».”

T-H-U-G L-I-F-E, em inglês, The Hate U Give Litlle Infants Fucks Everybody.

 

 

 

 

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Olá a todos, como estão esses preparativos para a Páscoa?! Eu já estou em estágio para entrar em modo “amêndoas, ovos e outros doces”, tanto é que há 5 minutos que não como nada! Mas isso não tem nada a ver com o que vamos falar agora.

Hoje é dia de falar do livro escolhido para o Net Book Club do mês de Abril: “Dez Anos Depois” de Liane Moriarty editado pela Editorial Presença. A criadora deste projecto decidiu (sempre pedindo a nossa ajuda, claro) refrescar este clube literário a partir do próximo mês de Maio. Agora além de escolhermos o livro do mês ainda partiremos numa viagem literária pelos quatro cantos deste Mundo redondo!

Vamos lá então falar deste “Dez Anos Depois” que tem como título original “What Alice Forgot”. É só a mim que esta discrepância entre título original e título traduzido (não só neste caso) faz uma confusão enorme?! Mas que todo o mal fosse esse…

Temos então a nossa personagem principal, Alice, que depois de uma queda no ginásio perde a memória dos últimos dez anos. Ora isto não seria um problema tão grave não fosse o caso de a vida dela estar totalmente diferente do ano 1998 em que julgava estar quando recuperou os sentidos após a queda. Nesse ano estava grávida da sua primeira filha e muito apaixonada pelo marido. Em 2008 estava à beira do divórcio e era mãe de três crianças.

 

“— Faça-me a vontade, Alice, e diga-me o nome do nosso ilustre primeiro-ministro — pediu George.

— John Howard — respondeu obedientemente. Esperava que não houvesse mais perguntas sobre política. Não era o seu forte. Nunca deixava de ficar suficientemente aterrorizada.

Jane emitiu um som estranho de escárnio e alegria.

— Oh. Ah. Mas ele ainda é o primeiro-ministro, não é? — Alice estava mortificada. As pessoas iam gozá-la por causa aquilo nos próximos anos. Oh, Alice, não sabes quem é o primeiro-ministro! E se ela tivesse perdido a eleição? — Mas eu tenho a certeza que ele é o primeiro-ministro.

— E em que ano estamos? — George não pareceu muito preocupado.

— Mil novecentos e noventa e oito — respondeu Alice prontamente. Sentia-se confiante a respeito daquilo. O bebé nasceria no ano seguinte, em 1999.

Jane tapou a boca com a mão. George ia para falar, mas Jane interrompeu-o. Ela pousou uma mão no ombro de Alice e olhou para ela atentamente. Os olhos estavam arregalados de excitação. Pequenas bolas de rímel pairavam sobre as extremidades das pestanas. A combinação de desodorizante de alfazema com o hálito a alho era bastante avassaladora.

— Quantos anos tens, Alice?

— Tenho vinte e nove anos, Jane — Alice estava irritada com o tom dramático de Jane. Onde queria ela chegar? — A mesma idade que tu.

Jane endireitou-se e olhou para George Clooney triunfante.

— Acabei de receber um convite para o quadragésimo aniversário dela — disse.

Aquele foi o dia em que Alice Mary Love foi ao ginásio e fez desaparecer por acaso uma década da sua vida.”

 

 

 

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Olá a todos. Hoje venho falar da minha expectativa sobre o livro escolhido no Net Book Club para o mês de Abril. A votação este mês foi diferente e até tivemos que ir a segundo round para escolher o vencedor do mês: "Dez Anos Depois" de Liane Moriarty editado pela Editorial Presença. 

Antes de mais, dizer que tenho gostado de participar neste clube literário, embora nunca tenha participado na discussão no directo no Instagram! Existem duas razões para isso: ou estou a trabalhar ou estou cansado do trabalho e estou a dormir! Eu sei que isto para a Cláudia d'A mulher que ama livros (mãe de quatro, dois deles gémeos de meses) não é desculpa, mas eu sou homem, dêem-me um desconto! Mas tirando isto, tenho gostado dos livros que temos escolhido, parecem sempre superinteressantes, mas por alguma razão, ainda não houve nenhum que me arrebatasse (nota: eu não participei desde o início), talvez até pela expectativa ficar demasiado alta com as sinopses que me deixam logo com água na boca... vamos ver como corre este mês! Comecemos então pela sinopse.

 

SINOPSE: 

 

Quando, aos 39 anos, Alice Love dá uma aparatosa queda numa aula de dança, a última década da sua vida apaga-se-lhe por completo da memória. Sente-se novamente com 29 anos, apaixonadíssima pelo marido e à espera do primeiro filho. Mas, claro, há um pequeno problema: tudo isso se passou há dez anos. 

No presente, Alice é mãe de três filhos, enfrenta um difícil processo de divórcio e está de relações cortadas com a irmã, que adora. À medida que recupera as lembranças do passado, Alice vê-se confrontada com as escolhas erradas que fez ao longo de toda uma década e com os seus resultados. 

Conseguirá ela reencontrar a mulher que foi na fase mais feliz da sua vida? 
Um romance que nos leva a reflectir sobre o que aconteceria se, de repente, perdêssemos os dez anos mais importantes da nossa existência.

 

EXPECTATIVA:

 

Não é um tema tão abrangente como em "Imortalidade" ou tão extremo como no  "VOX", mas ainda fiquei logo a pensar como seria se isto fosse comigo, imaginem: se por uma razão qualquer perdessem todas as vossas memórias dos últimos dez anos... Se calhar alguns de nós não se importariam de apagar uma década da memória, mas Alice passa de uma mãe de três filhos e um processo de divórcio para a Alice da década anterior ainda muito apaixonada pelo seu marido e grávida do seu primeiro rebento! Em dez anos muita coisa muda e espero que este livro me mantenha colado à nova vida desta mulher na actualidade com uma memória dez anos atrasada. E vocês gostaram da premissa do livro?! Já leram?! Vão participar?! Comentem aí e até à próxima! 

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Olá a todos, bem-vindos a mais um Top de final de ano. Esta semana decidi não fazer a opinião semanal, porque quero guardar esse livro (“Fahrenheit 451” de Ray Bradbury) para começar um tipo de conteúdo novo no próximo ano.

Sendo assim, hoje vamos ao Top que interessa: o Top dos 5 melhores livros que li em 2018.

 

5º Lugar

“O Monge que Vendeu o Seu Ferrari” de Robin Sharma

 

 

 

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Olá a todos e peço desculpa por este atraso na publicação desta opinião semanal, mas ontem ainda não tinha acabado o livro, mas já sabia que tinha que falar sobre este livro o mais rápido possível, por isso imaginem o que eu já estava a gostar dele (e ainda não tinha visto tudo… muito longe mesmo).

Ora então hoje falamos do livro “Por Trás dos Seus Olhos” de Sarah Pinborough publicado pela Editorial Presença. Para os mais distraídos este é o segundo livro desta escritora que leio nos últimos meses. O primeiro foi “13 Minutos” que adorei. Foi então que graças a um comentário anónimo nas leituras do mês de Abril, onde me aconselharam o livro mais recente da autora este “Por Trás dos Seus Olhos”.

Daí em diante fiz essa minha leitura de Abril, adorei-a, e fiquei logo apreensivo ao mesmo tempo: como é que o próximo livro pode ser melhor que este? Achei que o melhor seria baixar um pouco as expectativas para não me desiludir. Mas sabem que mais? Mesmo que eu tivesse as expectativas lá bem em cima, onde deveriam estar, esta obra chegou lá e mais uma vez surpreendeu-me (já fico na dúvida se sou eu que sou fácil de surpreender ou se é mesmo a autora que é genial. A segunda parte é de certeza verdade).

Este thriller consiste num triângulo amoroso entre Louise, uma mãe solteira, que se vê envolvida com David sem saber que ele seria o seu chefe e pior que isso que era casado com Adele, a sua logo a depois nova melhor amiga, e que aparentemente seriam o casal perfeito.

 

 

 “— Meus Deus — exclama ele, tirando-me as palavras da boca. O seu rosto fica muito pálido e ele arregala os olhos. Parece chocado, surpreendido e aterrorizado, tudo ao mesmo tempo. — És tu.

— Ouve — respondo-lhe —, aquilo não foi nada, estávamos bêbados e deixámo-nos levar pelo momento, foi só um beijo, acredita que não tenciono contar a ninguém, e acho que se ambos fizermos um esforço para esquecer o que aconteceu não há razão para não nos entendermos, e nunca ninguém saberá… — As palavras saem-me num chorrilho impercetível, sem que as consiga travar. Sinto a transpiração presa sob a minha base, ao mesmo tempo que me sinto corar e sobreaquecer.”