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Carola Ponto e Vírgula

Carola Ponto e Vírgula

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Olá a todos quantos se lembram de visitar este blogue aqui à beira-blogosfera plantado. Lembrar que não fazemos reembolsos do tempo que perderam nesta visita e se não ficarem satisfeitos com o conteúdo aqui apresentado é sinal que ainda têm juízo, mas mesmo assim temos pena… não há devoluções para ninguém!

Hoje é um dia em que me sinto particularmente bem-disposto e por isso acho que faltava aqui falar-vos de algo que raramente o faço: as minhas qualidades (pois, já se está mesmo a ver que isto hoje vai ser curto)!

Pois é, este que aqui vos escreve sofre de um grave problema de auto-estima evidente na maioria das linhas deste blogue e não só. Mas já era tempo de me focar naquilo em que realmente sou bom. Para começar auto-intitulo-me “O Gajo Mais Honesto do Mundo”, depois tenho também outras belas características, mas gostava que nos focássemos nesta em particular: Os meus timings! E o que é isto dos meus timings?! É um dom, só pode, que eu tenho e que consiste em qualquer situação por mais estranha que possa parecer eu atrair até mim toda a atenção, deixando todos de boca aberta, tal não é a qualidade aqui do filho mais novo da minha mãe!

Primeiro porque isto de ter o cérebro tao perto da boca, principalmente este cérebro e esta boca, quando em sintonia provocam momentos geniais, modéstia à parte! Mas para facilitar, vamos a exemplos concretos:

 

 

 

 

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         Hoje falamos sobre “Reaccionário com Dois Cês. Rabugices sobre os novos puritanos e outros agelastas” de Ricardo Araújo Pereira ou abreviando RAP. Certamente não será coincidência que o RAP (estilo musical) tenha também como base a boa utilização das palavras. É isso que partilham, tanto as palavras com os beats que ouvimos no RAP como os textos do extraordinário RAP, “O” humorista, cronista e, na sua opinião e como melhor qualidade, benfiquista.

         O Champion marcou uma geração, juntamente com Miguel Góis, Tiago Dores e Zé Diogo Quintela nos Gato Fedorento. Quantos sketches imitei e sei de cor?! Demasiados. Tiraria melhor proveito, com certeza, se de Ricardo Araújo Pereira tivesse imitado (como se fosse possível) a sua inteligência e a sagacidade da sua escrita humorística, tão bem expressa nesta colecção de crónicas.