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Carola Ponto e Vírgula

Carola Ponto e Vírgula

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Olá pessoal, prontos para mais uma opinião?! Antes e uma vez que já chegamos a meio do ano, digam-me, qual é que foi a vossa melhor leitura até agora? E já agora, qual a maior surpresa e a maior desilusão nestes primeiros seis meses?

O livro de hoje é o segundo que leio de Cara Hunter: “No Escuro” (título original: “In The Dark”) editado em Portugal pela Porto Editora. Este foi o também o segundo livro do mês de Maio que o meu par escolheu para o #chooseforme, a @chuvadeletras__ (também ela organizadora do projecto em conjunto com @randygirlstuff).

A história começa com a descoberta de uma mulher e uma criança em risco de vida presas numa cave. O pior de tudo é que o proprietário, já muito velho e confuso, jura que nunca as viu e mais intrigante que isso, é não haver qualquer indício ou relato do desaparecimento desta mulher.

 

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Olá pessoal, espero que se encontrem bem e prontos para mais uma opinião. Finalmente ganhei coragem para me aventurar nos livros deste senhor. Decidi então comprar uns quantos livros do autor, correndo o risco de só ler um e morrer de medo, não dormir mais na vida, etc. Sim, o meu subconsciente é um mariquinhas, já devo ter corrido umas 50 maratonas desde puto a fugir do Chucky!

Temos então “The Shining” de Stephen King editado em Portugal em versão livro de bolso pela 11X17. Qual é o vosso livro favorito de Stephen King? Houve algum que vos fez passar mal a noite? 😂 Neste livro temos Jack Torrance que é contratado para tomar conta de um velho hotel isolado nas montanhas. Aquilo que parece o local ideal para que Jack e a sua família possam ter paz e ser a solução para os seus problemas, rapidamente se transforma num local cheio de histórias trágicas e ressentimentos que carregam o hotel com forças malignas prontas para levar Jack e a sua família ao desespero.

 

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Olá pessoal, como é que vão essas leituras? Já tem um favorito do ano? Por acaso este ano já dei muitas vezes 5 estrelas porque os livros eram realmente excelentes, mas ainda me falta aquela leitura que me encha as medidas e que seja daquelas leituras que me marque para a vida.

O livro de hoje promete tornar quem o lê na pessoa mais desejada em qualquer empresa, temos então “Wanted” de David Freemantle editado em Portugal pela Academia do Livro. É mais um livro de desenvolvimento pessoal, um para o qual partia com alguma expectativa, mas que acabou por não corresponder totalmente…

 

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Olá pessoal, bem-vindos a mais uma opinião. Como é que vão essas leituras? O livro de hoje foi a primeira escolha do mês de Maio para o #chooseforme, projecto da @chuvadeletras__ e @randygirlstuff que consiste em sortear pares para que cada um escolha o livro que o seu par vai ler. Quem foi a pessoa que me calhou em sorte em Maio? Nada mais, nada menos que uma das organizadoras, a @chuvadeletras__.

Então a Jéssica escolheu “Mistério em Nine Elms” (título original: Nine Elms) de Robert Bryndza (um dia irei conseguir escrever este nome sem olhar para o papel, Robert não é um nome fácil…), editado em Portugal pela Alma dos Livros. Quem é fã deste autor? Que livros dele é que já leram?

 

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Olá pessoal, como estão?! Essas leituras têm sido boas? Contem-me tudo! O livro de hoje faz parte de uma série que há muito tempo me despertava o interesse, quanto mais não fosse pelas capas bastante peculiares com cada livro a ter um animal diferente na capa. Depois existiram duas coincidências engraçadas para comprar e ler esta série: Primeiro, as promoções espectaculares da @livrariawook que deram mais força à minha curiosidade por estes livros e depois porque soube que tinha sido criado um Clube de Leitura, organizado pela @mjoaodiogo e pela @mjoaocovas_livros_gosto, para a leitura desta série, um livro por mês. Isto, só por si, já é um desafio para mim, uma vez que não costumo ler livros da mesma série ou do mesmo autor em meses seguidos.

Sendo assim, temos o primeiro livro da Série Sebastian Bergman, “Segredos Obscuros” (título original: Det Fördolda) da dupla Michael Hjorth e Hans Rosenfeldt, editado em Portugal pela Suma de Letras. A história começa por nos apresentar Sebastian Bergman um psicólogo que ajudava a polícia, sendo um especialista em casos de serial killers, mas que vê a sua vida destroçada à custa do tsunami que rouba a vida da mulher e da filha. No entanto, vê-se novamente arrastado para um caso de polícia quando é descoberto num pântano o corpo de um rapaz de dezasseis anos morto e a faltar-lhe o coração!

 

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Olá a todos, sejam bem-vindos. Então já forma à Feira do Livro de Lisboa?! Como estão essas compras?! Eu claramente estou a lutar pela vida neste aspecto, os ataques que tenho recebido no porta-aviões que é a minha carteira, em duas visitas à Feira, são duma robustez que até mete medo, mas o que se há de fazer com tantos livros a sorrirem assim para mim?! Eu tento, mas assim, não há Titanic que resista!

Bem, vamos lá então ao que interessa e ao livro de hoje. Já tinha lido muitas opiniões sobre este livro, sempre bastante positivas e sendo descrito como um grande livro. Realmente confirma-se, mas vamos lá com calma.

Temos então como última leitura do mês de Maio, “Se esta rua falasse” (título original: If Beale Street Could Talk), de James Baldwin, editado em Portugal pela Alfaguarda. Dizer que este livro foi editado originalmente em 1974 e que conta com uma adaptação ao cinema (em Portugal estreou em Fevereiro de 2019).

 

“Ainda que as pessoas quisessem fazer alguma coisa, o que poderiam elas fazer? Não posso dizer a ninguém neste autocarro: Olhe, o Fonny está metido em sarilhos, foi preso — já imaginaram o que me diria qualquer passageiro deste autocarro se soubesse, ouvido da minha boca, que amo alguém que está preso? —, e eu sei que ele nunca cometeu um crime e que é uma excelente pessoa, por favor, ajude-me a tirá-lo dali para fora. Já imaginaram o que diria qualquer passageiro deste autocarro? O que diriam vocês? Não posso dizer: Vou ter este bebé e também estou assustada, e não quero que aconteça alguma coisa ao pai do meu bebé, não o deixem morrer na prisão, por favor, oh, por favor! Não se pode dizer uma coisa destas. Ou seja, não se pode dizer nada. Ter um problema significa ficar sozinho. Sentamo-nos e olhamos pela janela, a pensar se ficaremos o resto da vida a ir e a vir neste autocarro. E, se for esse o caso, o que acontecerá ao bebé? O que acontecerá ao Fonny?”

 

 

 

 

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Olá a todos, bom fim-de-semana. Hoje é dia de falar do livro que escolhi para o The Bibliophile Club. Para o tema de Maio temos autores portugueses, um tema que sendo tão abrangente, nos deixa com um leque de escolhas enorme e isso é bom. Podemos ver que quase ninguém repete a mesma escolha e assim temos muitas opiniões novas.

Eu escolhi então “A Última Ceia” de Nuno Nepomuceno, edição da Cultura Editora. Primeiro que tudo, bela capa, depois e apesar de uma recordação vaga do último livro que li do autor, estava curioso por esta nova história até porque me lembrava de ter gostado muito de ler “O Espião Português”.

Nesta história temos um ladrão de arte, arrogante ao ponto de no seu último assalto deixar uma nota onde diz que irá repetir o feito no ano seguinte. Sem saber nada disto, Sofia, apaixona-se por este irresistível milionário e com o avançar da relação, futuro marido. É aqui que entra Afonso, antigo professor de Sofia e quem lhe conta toda as suspeitas em torno do seu futuro marido, Giancarlo. É aqui nesta altura que toda a história ganha forma, Sofia vê-se entre a espada e a parede, tendo que decidir se ajuda a investigação a alcançar as provas que incriminam o seu amor ou se segue esse amor tornando-se cúmplice das acções que ele tomar! Quase me esquecia, isto com cenários de fundo, como Lisboa, Milão e Londres. Tinha tudo para correr bem…

 

“Benedetta foi invadida pela estranheza assim que chegou ao interior do santuário. Uma cena que não conseguiu compreender imediatamente estava pintada perante os seus olhos.

Encontrou Jacopo sentado num dos bancos, de lado para o altar. Tinha as mãos atadas, o rosto ligeiramente ferido, o bigode ranhoso e os olhos a transbordar de infelicidade.

Bem à frente do homem, na grande parede lateral, via-se uma moldura vazia.

A mulher sentiu-se desfalecer ao compreender finalmente o que acontecera.

Il Cenacolo! — gritou ela, horrorizada.

Um crime hediondo acabara de ser cometido. A beleza fora corrompida.

Alguém roubara A Última Ceia.”

 

 

 

 

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Olá a todos, volto finalmente com mais uma publicação. Sei que não estou a publicar com muita regularidade ou consistência, mas actualmente é só com esta regularidade que consigo! Qualquer reclamação é favor escrever ali no livro de reclamações que está ao fundo do corredor.

Agora, vamos lá dar a opinião sobre a minha última leitura. Temos então um dos maiores clássicos portugueses: “Ensaio Sobre a Cegueira” do nobel da Literatura, José Saramago, edição Porto Editora.

Quem me segue, seja pelo blogue ou pelas minhas redes sociais (Facebook e Instagram — quem não seguir ou fizer “gosto” na página é um Joe Berardo!), sabe que os grandes clássicos teimam em não fazer parte da minha lista de livros lidos. Ainda assim, estou a tentar recuperar os clássicos perdidos. Comentem quais são os livros que aqui o tio TEM mesmo que ler! Para variar já divaguei que nem um animal (os animais divagam?), mas vamos lá…

O primeiro livro que li de Saramago foi “Caim” e gostei muito. Gostei da tão aclamada forma de escrever do autor e fiquei curioso por mais! É aí que entra este “Ensaio Sobra a Cegueira”. E o que dizer dele?! Bem, parte de uma ideia original onde de repente um homem está no trânsito e fica cego. Mas não é uma cegueira normal, escura, não, é uma cegueira que o deixa a ver tudo claro como se estivesse a olhar de frente para o sol.

 

“O novo ajuntamento de peões que está a formar-se nos passeios vê o condutor do automóvel imobilizado a esbracejar por trás do para-brisas, enquanto os carros atrás dele buzinam frenéticos. Alguns condutores já saltaram para a rua, dispostos a empurrar o automóvel empanado para onde não fique a estorvar o trânsito, batem furiosamente nos vidros fechados, o homem que está lá dentro vira a cabeça para eles, a um lado, a outro, vê-se que grita qualquer coisa, pelos movimentos da boca percebe-se que repete uma palavra, uma não, duas, assim é realmente, consoante se vai ficar quando alguém, enfim, conseguir abrir uma porta, Estou cego.

Ninguém o diria. Apreciados como neste momento é possível, apenas de relance, os olhos do homem parecem sãos, a íris apresenta-se nítida, luminosa, a esclerótica branca, compacta, como porcelana. As pálpebras arregaladas, a pele crispada da cara, as sobrancelhas de repente revoltas, tudo isso, qualquer o pode verificar, é que se descompôs pela angústia. Num movimento rápido, o que estava à vista desapareceu atrás dos punhos fechados do homem, como se ele ainda quisesse reter no interior do cérebro a última imagem recolhida, uma luz vermelha, redonda, num semáforo. Estou cego, estou cego, repetia com desespero enquanto o ajudavam a sair do carro, e as lágrimas, tornaram mais brilhantes os olhos que ele dizia estarem mortos. Isso passa, vai ver que isso passa, às vezes são nervos, disse uma mulher.”

 

 

 

 

 

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Olá e não se assustem: chegamos a Maio! Sim, eu sei: o Natal parece que foi há dois dias, o Carnaval foi ontem e a Páscoa acabou esta manhã!

Sei exactamente como se sentem, está quase aí… a Feira do Livro 2019! Isso e o tio aqui do sítio chegar aos 32 anos… Mas pronto como nem tudo é mau, vamos hoje falar do tema que foi escolhido para o mês de Maio no The Bibliophile Club: Autores Portugueses! Não é um tema muito difícil de preencher, a dificuldade é mesmo escolher entre tantos e tão bons.

Tendo em conta isto, decidi não ir ao meu favorito, José Rodrigues dos Santos e escolhi um autor do qual já li um livro (há tanto tempo que seria melhor relê-lo), “O Espião Português”. Lembro-me de ter gostado bastante e foi também por isso que decidi ler o seu mais recente “A Última Ceia”, edição da Cultura Editora. Vamos à sinopse:

 

SINOPSE:

Uma nota enigmática é encontrada junto a lascas de tinta e tela, e à moldura vazia de um quadro famoso. O ladrão deixou um recado. Promete repetir a façanha dentro de um ano. De visita à igreja de Santa Maria delle Grazie em Milão, uma jovem mulher apaixona-se por um carismático milionário. Mas quando alguns meses depois é abordada por um antigo professor, Sofia é colocada inesperadamente perante um dilema. Deverá denunciar o homem com quem vai casar-se, ou permitir tornar-se cúmplice deste ladrão de arte irresistível?

 

Enquanto a intimidade entre o casal aumenta, um jogo de morte, do gato e do rato, começa. E aquilo que ao início aparentava ser um conto de fadas, transforma-se rapidamente num pesadelo, enquanto um plano ousado e meticuloso é urdido para roubar a obra-prima de Leonardo da Vinci. Requintado, intimista, inspirado em acontecimentos verídicos, A Última Ceia transporta-nos até ao elitista mundo da arte. Passado entre Londres e Milão, habitado por uma coleção extraordinária de personagens, para as quais a ambição e fama sobrepõem-se a qualquer outro valor, este é um thriller sofisticado de leitura compulsiva. Uma viagem surpreendente ao centro de uma teia de intrigas, romances e traições.

 

 

EXPECTATIVA:

 

Se tem intrigas e traições, contem comigo! Depois temos ladrões, amor e cúmplices ao barulho… pronto, vendido, não preciso de mais nenhuma justificação! Claro que com a recordação que tenho do outro livro do autor e com as opiniões que tenho lido ao longo do tempo sobre este livro novo, tudo se compõe para um tempo bem passado e mais um bom livro para juntar à colecção!

 

E aí, que livro escolheram para este mês? Quem já leu este? Conhecem o autor? Comentem e continuem a participar no The Bibliophile Club!
Até à próxima.