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Carola Ponto e Vírgula

Carola Ponto e Vírgula

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Belo sábado que está hoje para ir à praia e quando não tiverem mais nada para fazer, agarrarem no telemóvel, visitarem este blogue e lerem mais uma opinião sobre uma leitura feita aqui por este _____ (preencher o espaço em branco como quiserem). Sintam-se à vontade, é como se estivessem em ca… na praia! Disfrutem… da praia também!

O livro de hoje, foi um presente e ao mesmo tempo foi a introdução a este escritor muito conhecido, mas que nunca me tinha despertado curiosidade: Pedro Chagas Freitas. Eu tenho a tendência de fugir aos nomes nacionais mais conhecidos (sim, logo eu que sou grande fã de José Rodrigues dos Santos), talvez porque isso tenha evitado ler alguma obra dele.

Até que… li “Eu Sou Deus”. Na capa dizia: “Não: este não é um livro de auto-ajuda. Mas se você o ler pode auto-ajudar-se. Tenha cuidado.”

Não digo que me tenha auto-ajudado, mas ajudou-me a conhecer o autor e uma forma de escrever muito particular de usar as palavras, brincar com elas e até de inventar umas quantas. Fiquei fã e o maior calhamaço da minha estante é dele.

 

 

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Olá a todos, bom fim-de-semana e bem-vindos a mais uma opinião aqui no blogue.

Hoje temos uma leitura fresquinha, “O Poder” de Naomi Alderman da Edições Saída de Emergência.

Este livro foi uma das leituras do mês passado (as leituras deste mês de Agosto estão a votações no Stories do Instagram do blogue, passem por lá e votem) e ia com uma grande expectativa para este livro.

A começar pela capa. Que maravilha, quem consegue resistir a não comprar este livro com esta capa tem o meu respeito, é um herói ou heroína!

Depois com a sinopse a nossa curiosidade só tende a aumentar. Não me assusta que na realidade existisse uma mudança de paradigma e que o sexo "forte" passasse a ser o feminino, mas mete-me medo pensar que pudesse ser algo idêntico ao que nos mostra esta história a catapultar essa mudança. No dia em que isso acontecer, minhas estimadas senhoras, eu sou da paz, não me façam mal!

 

 

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Olá a todos, cá estamos de novamente esta semana prontos para… reclamar por um Verão que tarda em chegar e ficar! Dizem que chega para a semana, o problema é que dizem isso desde Abril…

Tirando isso, temos mais um livro para opinar (e não “oh pinar”, atenção) e pela abordagem que estão a ler, já dá para antever o tipo de livro.

Ora então hoje no menu literário temos: “Com o Humor não Se Brinca” do jornalista Nelson Nunes. A ideia deste livro nasce em conversas entre Nelson Nunes com um dos maiores humoristas da actualidade, e certamente o mais controverso, Rui Sinel de Cordes.

 

 

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Olá a todos, bem-vindos a mais uma opinião neste sábado de Verão (diz o calendário). O livro de hoje foi um presente do meu irmão, que como todos quantos me dão presentes já sabem, um livro é sempre bem-recebido cá em casa!

Começamos logo pelo título genial: “O Papagaio do Jesus”. Assenta que nem uma luva ao antigo treinador de Benfica e Sporting (e futuro treinador do Futebol Clube do Porto, esperem só!), mas na “realidade” este livro é a narração do animal de estimação de Jorge Jesus, um papagaio.

 

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Olá a todos, bom fim-de-semana e voltamos hoje com mais uma opinião, desta vez sobre um livro pesado de se ler, narrado por uma mãe que perdeu a sua filha, que se suicidou com 13 anos, a jovem Marion.

 

 

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Hoje temos mais uma sext… espera aí hoje é sábado, e será a partir de hoje aos sábados que sairá a opinião semanal sobre um livro. Isto porquê?! Porque este blogue não é um trabalho de segunda a sexta, é um hobbie e como tal decidi ter este espaço ao sábado.

Explicações feitas, hoje trago-vos uma leitura fresquinha: A leitura do mês de Junho, 13 Envelopes Azuis de Maureen Johnson. Tendo arrecado vários prémios de “Young Adult” entre 2005 e 2007, eu já esperava uma leitura leve, mas que de alguma maneira me conseguisse cativar e manter a curiosidade em alta.

A história começa quando Virgínia (Ginny para os leitores) Blackstone recebe, da sua tia Peg, um envelope azul com mil dólares, um bilhete de avião e umas instruções para seguir. Desse momento em diante começa a aventura de Ginny à conta da imaginação e das regras estipuladas pela sua tia Peg.

 

Regra 1: Só podes levar o que couber na tua mochila. Não tentes fazer batota com uma mala ou um trólei.

 

Regra 2: Não podes levar guia de viagem, livros de frases ou qualquer tipo de ajuda com línguas estrangeiras. E nada de diários.

 

Regra 3: Não podes levar dinheiro extra ou cartões de crédito/débito, cheques de viagem, etc. Eu trato disso tudo.

 

Regra 4: Nada de apoios eletrónicos. Isto significa, nada de computador portátil, nem telemóvel, nem música, nem câmara. Não podes ligar para casa nem comunicar com pessoas nos EUA através da internet ou telefone. Postais e cartas são aceites e encorajados.

 

 

 

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         Aí está ela finalmente, a bela sexta-feira! Estava difícil! Difícil também estava a conclusão deste livro. Não sei se convosco acontece, mas comigo, de vez em quando aparece um livro que pode nem ser melhor do que aquele que estou a ler, mas como é “fresco” e me deixa mais curioso, começo a lê-lo e deixo o anterior de lado. Quem teve esse azar desta vez foi “Vaticanum” de José Rodrigues dos Santos que se viu ultrapassado por “The Game” de Neil Strauss. Dois livros completamente opostos: um relata a vida de um artista de engate, o outro conta uma história em torno do Papa e do Vaticano.

         Desde a minha apresentação aqui no blogue que tenho dito que José Rodrigues dos Santos foi o responsável pelo despertar, tardio, do meu gosto pela leitura. Gosto da forma como consegue construir uma boa história com acção, suspense, medo e ainda usa factos verídicos para tornar tudo muito mais real.

 

“O Vaticano viu-se enredado numa rede de negócios muito questionáveis. Com dinheiro que se supõe ser da mafia e usando o banco do Vaticano como máquina de lavar, Sindona criou uma holding que serviu para adquirir uma série de bancos, como a Banca Privata e a Banca Unione em Itália, e na Suíça o Amincor de Zurique e o Banque de Financement de Genebra, do qual a Santa Sé detinha um terço. Esse aliás tornou-se o modelo que Sindona e o Vaticano usaram nas aquisições de bancos. Uma fatia ia para um e a outra ia para o outro. Uma vez com os bancos nas mãos, Sindona começava a transferir para o banco do Vaticano verbas das contas dos depositantes sem o conhecimento dos respetivos titulares.”

 

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Olá a todos, bem-vindos a mais uma sexta-feira de opinião sobre um livro aqui no blogue. Este livro apareceu na minha lista de desejos enquanto via uns vídeos do seu autor no YouTube. Além de ter demorado mais de um mês a chegar ainda foi a razão para ter deixado o “Vaticanum” em espera.

O autor chama-se Neil Strauss é jornalista e, obviamente, escritor. O livro chama-se “The Game” e é o seu relato de como foram os seus dias enquanto “artista de engate”. Devo dizer eu quando comprei o livro já tinha pesquisado sobre o seu conteúdo e lido algumas opiniões sobre ele, isto porque eu não queria um guia de como “engatar” o sexo oposto (até porque para isso preciso mesmo é dum milagre). Tinha mesmo curiosidade por saber quem é que são este tipo de pessoas, principalmente porque nos vídeos que vi de Neil, ele pareceu-me uma pessoa inteligente, bem longe da ideia pré-concebida dos “engatatões” que habitualmente vemos por aí.

 

 

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Olá a todos. Chegada mais uma sexta-feira e na ressaca da Feira do Livro, mais conhecida por seca carteiras, hoje trazemos mais uma análise. O livro de hoje, foi uma das leituras de Maio (aliás a única das duas que faziam parte das Leituras do Mês, mas falamos sobre isso no sábado).

Falo-vos do livro/guia “Como Fazer Crescer o Seu Dinheiro Ao Longo da Vida” de Pedro Barata. O analista e gestor financeiro, há mais de década e meia, compromete-se a partilhar os seus conhecimentos através deste livro. Tinha como expectativa que este livro adaptasse à realidade portuguesa, as dúvidas que a obra de Tony Robbins levantara na minha mente.

 

 

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         Meus caros leitores, hoje chega mais uma sexta-feira e com ela mais uma opinião sobre um livro. O livro que vos trago hoje, foi o livro que li nesta pausa para férias (sim eu tenho direito a férias!) e para o qual partia com uma expectativa elevada.

Nem podia ser de outra forma, já que depois de ler “O Homem em Busca de um Sentido” de Viktor E. Frankl (análise aqui) e ficar impressionado por tudo aquilo que este senhor suportou para sobreviver, decidi lançar-me a este “A Falta de Sentido na Vida”.