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Carola Ponto e Vírgula

Carola Ponto e Vírgula

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Olá a todos, bem-vindos. Com o ano a chegar ao fim, chega também a altura de fazer os balanços habituais de como correu o ano que está prestes a findar. Por hoje vamos abordar apenas as leituras do ano. Faltam-me apenas dois livros para acabar o ano em beleza e correndo o risco de algum deles entrar nestas listas de final de ano, o que se acontecer será depois mencionado nas opiniões que fizer individualmente. Com isto vamos ao Top 5 das Desilusões de 2018:

 

5º Lugar

“A Maldição de Hill House” de Shirley Jackson

 

 

 

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Olá a todos bem-vindos a mais uma opinião. O livro de hoje fez parte das leituras do mês de Novembro: Estou Viva, Estou Viva, Estou Viva de Maggie O’Farrell, editado em Portugal pela Elsinore.

Neste livro temos dezassete relatos que, de uma forma ou de outra, se cruzaram com a morte. Eis a minha expectativa antes da leitura:

 

De vez em quando gosto de visitar o tema ao qual nenhum de nós vai escapar: a morte. Há uns anos li um livro que abordava o tema da eutanásia, através de relatos de doentes terminais. São livros que doem, mas com os quais aprendo muito sobre a opinião das pessoas que passam por momentos difíceis e como elas gostavam de ser tratados e quais são os limites a que se devem prolongar esses tratamentos que mais não fazem que adiar o inevitável. Deste livro, não sei muito bem o que esperar, se algo semelhante ou totalmente diferente, mas tendo em conta o tema parece-me que não há como fugir de um livro que mexerá comigo.

 

 

“O que aconteceu àquela rapariga, e que esteve tão perto de me acontecer a mim, não é uma cosa que se articule com leveza, que se transforme numa história engraçada, que tome a forma de uma récita, contada e recontada à mesa de jantar ou ao telefone, passada de contador a contador. É uma história de horror, de mal, dos nossos piores receios. É uma história para estar enterrada num lugar escuro que nunca se visita. A morte passou por mim naquele carreiro, tão perto que lhe senti o toque, mas apanhou a outra rapariga e engoliu-a.”

 

 

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Olá a todos, sejam bem-vindos. Hoje vou responder à TAG que vi no Blog “Livros e Papel”. Se puderem, visitem, vale a pena. Os bilhetes são 0€ com a taxa do IVA a 6%, ou seja, um blogue de primeira necessidade para quem gosta de livros, como eu!

Sem mais demoras, vamos a isto:

 

 

 

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Olá a todos, chegamos a Novembro e não tarda nada temos o Natal aí à porta! No mês passado disse que iria bater o meu recorde de livros num mês e a verdade é que posso dizer com um misto de orgulho e desilusão: Eu consegui, bati o meu recorde de 3 livros num mês! Li 3 livros e estou a meio do "Homo Deus"! Meio livro é meio livro (tenho que me manter motivado, para não ficar deprimido por ter falhado o objectivo inicial). Existem várias razões para não ter concluído o meu desejo de ler os 5 a que me tinha proposto, mas nenhuma serve de desculpa.

Como punição, vou voltar a participar na leitura de mais um livro para o Net Book Club d'a mulher que ama livros! Será uma punição porque o livro que venceu a votação deste mês é "A Maldição de Hill House" de Shirley Jackson, um livro de terror recentemente adaptado pela Netflix. Sim, eu fujo de tudo o que seja terror (do espelho inclusive), tenho um prazer enorme em dormir descansado e lamentavelmente os filmes de terror que vi quando era miúdo chateavam-me mais enquanto dormia do que enquanto os via! Mas chega uma altura em que um rapaz tem que se fazer um homem e isso acontecerá com este livro! Isso ou deixar de dormir...

E porque não aproveitar essas insónias para ler mais um pouco?! Por isso continuei a contar com a ajuda dos seguidores do blogue o Instagram e fizemos mais uma votação de dois livros para este mês de Novembro, são eles:

 

Estou Viva, Estou Viva, Estou Viva de Maggie O' Farrell 

 

SINOPSE:

«Quando és criança, ninguém te diz: vais morrer. Tens de descobrir isso por ti. Algumas pistas são: a tua mãe a chorar e, depois, a fingir que não estava a chorar; não deixarem os teus irmãos virem visitar-te; a expressão de preocupação, gravidade e um certo fascínio com que os médicos olham para ti; a maneira como as enfermeiras se esforçam por não te olharem nos olhos; familiares que vêm de muito longe para te verem. Quartos de hospital isolados, procedimentos médicos invasivos e grupos de estudantes de Medicina também são sinais claros. Ver ainda: presentes muito bons.»

Uma doença na infância que deveria ter sido fatal, uma fuga em adolescente que quase termina em desastre, um encontro assustador num caminho isolado, um parto arriscado num hospital com falta de pessoal - estes são apenas quatro dos dezassete encontros com a morte que Maggie O’Farrell, autora multipremiada e uma das vozes mais interessantes da literatura atual, relata na primeira pessoa. São histórias verdadeiras e fascinantes que impressionam, comovem, arrepiam e, sobretudo, nos fazem recordar que devemos parar, respirar fundo e ouvir o bater do coração.

 

EXPECTATIVA:

De vez em quando gosto de visitar o tema ao qual nenhum de nós vai escapar: a morte. Há uns anos li um livro que abordava o tema da eutanásia, através de relatos de doentes terminais. São livros que doem, mas com os quais aprendo muito sobre a opinião das pessoas que passam por momentos difíceis e como elas gostavam de ser tratados e quais são os limites a que se devem prolongar esses tratamentos que mais não fazem que adiar o inevitável. Deste livro, não sei muito bem o que esperar, se algo semelhante ou totalmente diferente, mas tendo em conta o tema parece-me que não há como fugir de um livro que mexerá comigo.

 

Quero, Posso e Mudo de Carreira de Lourdes Monteiro e Alexandra Quadros

 

SINOPSE:

 

Quantas vezes já pensou em mudar de emprego ou mesmo de ramo de atividade? 
O que o impediu de dar esse passo?
Quantos casos conhece de pessoas que mudaram de trabalho e até de profissão e se saíram bem?
O que lhe está a faltar para fazer o mesmo?
Quantas história de fracasso lhe chegaram aos ouvidos? 
Será o medo de falhar que reprime o seu desejo de mudança?
Nada mais natural. 

Neste livro em co-autoria com Alexandra Quadros, que entrevistou pessoas renascidas no mundo do trabalho bem como altos responsáveis de várias empresas, Lourdes Monteiro fala-nos da sua própria experiência de mudança e do acompanhamento que faz de profissionais insatisfeitos, descrevendo alguns dos factores que alavancam ou, pelo contrário, bloqueiam o seu progresso.

 

EXPECTATIVA:

 

Nota-se assim tanto que estou com vontade de mudar?! Pelas votações no Instagram parece que sim e sinceramente ainda bem! Acho que é importante termos a ambição de procurar de todas as formas possíveis irmos evoluindo e procurar melhorar a nossa vida pessoal e neste caso também a profissional. É com isto em mente que vou nesta leitura tentar responder a todas as perguntas que estão na sinopse.

 

Por isso, mais uma vez este mês parto à procura de bater o meu mais recente recorde. Vamos lá que já me cheira a anúncios de Natal por todo o lado!