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Carola Ponto e Vírgula

Carola Ponto e Vírgula

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Olá a todos, sejam bem-vindos. Hoje vou responder à TAG que vi no Blog “Livros e Papel”. Se puderem, visitem, vale a pena. Os bilhetes são 0€ com a taxa do IVA a 6%, ou seja, um blogue de primeira necessidade para quem gosta de livros, como eu!

Sem mais demoras, vamos a isto:

 

 

 

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Olá a todos, bem-vindos a mais uma opinião, neste fim-de-semana bem chuvoso que para nós rima tão bem com horas de leitura ao som da chuva!

O livro de hoje chama-se “Siddhartha” de Hermann Hesse, Nóbel da Literatura em 1946, tendo eu edição da Leya na versão livro de bolso. Este livro entra naquela categoria (se calhar já é mesmo necessário criar essa categoria) de grandes livros pequenos. Gosto muito deste tipo de livros, já falámos aqui de alguns (O Alquimista, O Homem em busca de um Sentido, O Monge que Vendeu o Seu Ferrari), e este livro foi o que menos gostei de todos os que referi. E é isso mesmo, o que menos gostei, o que significa primeiro que tudo que gostei, o que é sempre bom, só não senti uma ligação tão grande como com os outros. Será possível que seja desgaste por explorar este tipo de histórias em “excesso”?! Talvez… O excesso de algo bom, não deixa de ser um excesso (e eu sei bem do que falo, tenho o mesmo problema com o chocolate)!

Nesta história temos Siddhartha, nascido na Índia, filho de um brâmane, que decide largar a vida luxuosa para partir à descoberta do Mundo e de si mesmo pelo caminho. Na sua viagem, por vezes acompanhado outras vezes sozinho, Siddhartha passa por muitas dificuldades, mas também por momentos de belo prazer e é na busca desse equilíbrio que ele vai vivendo e seguindo a sua vida até se tornar um ser iluminado, independente e cheio de sabedoria.

 

“Siddhartha tinha um único objetivo: ficar vazio, vazio de sede, vazio de desejo, vazio de sonho, vazio de alegria e de tristeza. Deixar-se morrer, não ser mais o Eu, encontrar a paz de um coração vazio, descobrir o milagre do pensamento puro, era o seu objetivo. Quando a totalidade do Eu estiver dominado e morto, quando todos os vícios e inclinações desaparecerem do coração, então despertará o mais profundo do Ser, aquilo que já não é o Eu, o grande segredo.”

 

 

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Olá e bem-vindos a mais uma opinião literária! Esta semana temos o outro livro que acompanhou “Menina Boa, Menina Má” de Ali Land nas leituras de Agosto. Como sempre digo, tento combinar todos os meses um livro de desenvolvimento pessoal com outro que seja um romance, a razão principal é para, no caso de ler dois romances ao mesmo tempo, não confundir as histórias e as personagens.

“O Monge que Vendeu o Seu Ferrari” é daqueles best-sellers, recomendados por muitas das pessoas mais bem-sucedidas do mundo. Entra naquela categoria de “livro pequeno, conteúdo enorme”, como “O Alquimista”“O Homem em Busca de um Sentido” por exemplo.

O enredo deste livro já começa a ser um padrão nestes livros de mudanças de estilos de vida: uma pessoa, um acontecimento trágico, uma mudança radical na sua atitude perante a vida, sucesso (dependendo do que cada um considera sucesso). Confesso que gosto e sou atraído para este tipo de histórias. Gosto de compreender o que leva as pessoas a fazerem mudanças tão radicais e, claro está, como é que o conseguem alcançar.

 

“— O que é a sorte, meu amigo? — redarguiu Julian, num tom carinhoso. — Não passa do casamento entre a preparação e a oportunidade.”

 

 

 

 

 

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         Olá a todos e já sabem sexta-feira é sinónimo de bubadei… análises e opiniões sobre livros aqui no blogue.

         O livro de hoje é mais um daqueles que se pode classificar como um pequeno-grande livro e um dos mais recomendados a por na lista de lidos do Goodreads. Pequeno no tamanho, até porque o meu é mesmo a versão de bolso, mas grande no seu conteúdo e na mensagem que a história entrega e na qual nos revemos em muitas situações.

         Falo-vos do livro de Paulo Coelho, “O Alquimista”, que nos conta a história de um pastor que graças a um sonho repetido decide partir à aventura em busca da sua lenda pessoal. Ao longo do caminho vai encontrando obstáculos, mas também pessoas que o ajudam e ensinam a chegar mais longe. E ele vai fazendo o seu percurso desde um simples pastor de ovelhas até ao rapaz que mergulhou na Alma do Mundo que liga tudo.

 

“— E qual é a maior mentira do mundo? — indagou admirado o rapaz.

— É esta: em determinado momento da nossa existência, perdemos o controlo das nossas vidas, e ela passa a ser governada pelo destino. Esta é a maior mentira do Mundo.”