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Carola Ponto e Vírgula

Carola Ponto e Vírgula

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Olá pessoal, volto hoje com mais uma opinião, que é esta: “Que livro do…”. Pronto já está. Adeus e boa noite. Realmente não há muito mais a dizer sobre este livro, que livro do Afonso Reis Cabral! Uma autêntica maravilha! Mas talvez seja melhor elaborar um pouco mais a minha opinião.

Primeiro que tudo, este não é o primeiro livro que leio do autor. Li em Outubro do ano passado o “Pão de Açúcar”, um livro baseado em factos verídicos, e gostei muito. De maneiras que as expectativas iam altas, o que sinceramente me fez adiar muitas vezes a leitura para não julgar um em função do outro. Falo-vos então de “O Meu Irmão”, vencedor do Prémio Leya 2014.

 

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Olá a todos, bem-vindos a mais uma opinião, hoje temos “Pão de Açúcar” de Afonso Reis Cabral. Este jovem escritor foi o vencedor do prémio Leya com o livro “O Meu Irmão”. Livro esse que me foi oferecido e já me valeu uma reprimenda por ainda não o ter lido.

Este “Pão de Açúcar”, editado pela D.Quixote, foi a escolha para o mês de Outubro do Net Book Club, o novo clube literário idealizado e organizado pelo blogue “a mulher que ama livros”. Sigo este blogue desde que eu próprio pensei em criar o meu blogue. Esta mulher lê que se farta (quer dizer, não se farta de certeza, mas lê muito) e o blogue dela tem sempre muitas opiniões e sugestões para todos os gostos. Se não conhecem e gostam de livros (primeiro saiam da caverna) é um blogue de paragem obrigatória.

Voltando ao livro de hoje, ele leva-nos de volta ao ano de 2006, à história de um corpo resgatado de um poço com marcas de agressões e despido da cintura para baixo, num prédio abandonado. O corpo é de Gisberta, Gi para os amigos e assassinos, transexual e sem-abrigo, vive naquele prédio abandonado uma vida já de si miserável, de droga e doente, mas que com a descoberta por parte de Rafa, a nossa personagem principal, infelizmente irá piorar muito até ao desfecho trágico que se conhece.

 

“Acho que era Janeiro, até porque a data final disto é 22 de Fevereiro às oito e meia da manhã e, apesar de agora parecerem meses, a verdade é que não se passaram sequer sete semanas até as coisas acabarem.”