Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Carola Ponto e Vírgula

Carola Ponto e Vírgula

saldos-billboard

AlguémQueMeCale1.png

 

 

Olá pessoal, espero que estejam a aguentar esta enxurrada de reviews. Está quase em dia, só falta mais um pouco para estar actualizado. O livro de hoje é uma leitura bastante recente, já do mês de Dezembro e quis lê-lo porque sigo (não dessa maneira Stalker como vocês imaginam) a autora desde que a vi no @malucobelezapodcast e achei-a tão “boa onda”, animada, bem-disposta e com um grande sentido de humor que quando ouvi o primeiro episódio do seu podcast PSYCHOTERAPIA senti que estava ali uma pessoa totalmente diferente da persona da rádio, do Maluco Beleza e fiquei viciado no seu podcast e por seguir e conhecer a forma como vê o mundo, até porque temos aqui uma pessoa bastante inteligente e informada (claro que não estou a falar de mim…).

Foi por essa razão que assim que foi editado, pela Arena (Chancela Penguin Random House), tive que comprar este “Alguém que me Cale” da Joana Gama. Tinha a expectativa, e falei disso no post de “Nova Leitura”, de que este livro seguisse o mesmo registo do PSYCHOTERAPIA e assim foi. Dividido em O Princípio, O Meio e O Fim, este livro aborda o mais vasto leque de temas desde Sexo, Pilas e Strip Masculino até Velhice, Suicídio Socialmente Aceitável e Viver (sim, fui ver o índice… já disse, o inteligente aqui não sou eu…).

 

AlguémQueMeCale2.png

 

 

 

 

 

 

 

NemTodasAsBaleiasVoam1.png

 

 

Olá pessoal, espero que esteja tudo bem convosco e vamos lá a mais uma opinião. Este livro teve a tarefa ingrata de suceder a “Verity” de Colleen Hoover, mas vendo pelo lado positivo, este livro nem sequer estava nos meus planos para este mês. Simplesmente sabia que não podia saltar para outro thriller porque as comparações com “Verity” seriam constantes. Foi por isso que escolhi um livro completamente diferente e de um autor que já conheço e de que gosto muito.

Temos então “Nem Todas as Baleias Voam” de Afonso Cruz, editado pela Companhia das Letras. Afonso Cruz é aquele tipo de escritor que podia pegar numa lista telefónica (isso ainda existe?) e extrair daí um livro muito interessante e com uma história original, sempre acompanhada de uma escrita muito boa, que nos faz desfrutar dos seus livros.

 

NemTodasAsBaleiasVoam2.png

 

 

 

 

 

 

ARaparigaDeAntes.jpg

 

 

Olá pessoal, boa quarta-feira a todos! Vamos lá continuar na saga “Tenho uns quantos livros para dar opinião em atraso”! Para ninguém estranhar, continuamos a falar sobre os livros para o SeptemberThrills.

Esta foi a minha segunda leitura e tendo em conta o excelente começo do desafio com “Um, Dó, Li, Tá”, este segundo livro tinha que ser algo especial para ser um sucessor digno. Fala-vos então de “A Rapariga de Antes” (título original: The Girl Before) de J.P. Delaney, editado em Portugal pela Suma de Letras.

 

1.png

 

 

 

guardachuva.jpg

 

 

Olá a todos, essas férias estão a dar para meter as leituras em dia? Para quem não tem férias nesta altura não desanimem, leiam um livro que isso passa!

Ora então hoje vamos falar da minha segunda leitura do mês de Agosto. Depois de ler “Princípio de Karenina” deste mesmo autor, sabia que queria voltar a ler mais dele e como tinha aqui em casa dois dos seus livros, decidi deixar que fossem, mais uma vez, os seguidores no Instagram (são os maiores!) a escolherem qual seria a minha próxima leitura! E daí que decidiram “Para Onde Vão os Guarda-Chuvas” editado pela Companhia das Letras Portugal.

 

1.png

 

 

 

OHomemeDasCastanhas.jpg

 

 

Olá pessoal, como estão essas leituras? A quem já foi de férias, deu para meterem as leituras em dia? O que esperam ler em Agosto? Comentem, digam-me os vossos planos literários para este mês.

Agora, venho-vos falar daquele que foi a minha última leitura do mês de Julho: O Homem das Castanhas de Søren Sveistrup, editado em Portugal pela Suma de Letras.

Sinceramente estive muito hesitante em escolher este livro para acabar o mês. Primeiro, porque já faltavam poucos dias para o final do mês quando o comecei (dia 24 de Julho). Depois porque não era propriamente pequeno com mais de 400 páginas e eu não sou propriamente um devorador de páginas de cada vez que pego num livro. Como se isto não fosse suficiente, ainda me calha um livro com uma letra pequenina, pequenina que pensei que no fim ia ter os olhos mais assados que um frango no churrasco (críticas do PAN em 3,2,1…).

 

1.png

 

 

 

SeEstaRuaFalasse.jpg

 

 

Olá a todos, sejam bem-vindos. Então já forma à Feira do Livro de Lisboa?! Como estão essas compras?! Eu claramente estou a lutar pela vida neste aspecto, os ataques que tenho recebido no porta-aviões que é a minha carteira, em duas visitas à Feira, são duma robustez que até mete medo, mas o que se há de fazer com tantos livros a sorrirem assim para mim?! Eu tento, mas assim, não há Titanic que resista!

Bem, vamos lá então ao que interessa e ao livro de hoje. Já tinha lido muitas opiniões sobre este livro, sempre bastante positivas e sendo descrito como um grande livro. Realmente confirma-se, mas vamos lá com calma.

Temos então como última leitura do mês de Maio, “Se esta rua falasse” (título original: If Beale Street Could Talk), de James Baldwin, editado em Portugal pela Alfaguarda. Dizer que este livro foi editado originalmente em 1974 e que conta com uma adaptação ao cinema (em Portugal estreou em Fevereiro de 2019).

 

“Ainda que as pessoas quisessem fazer alguma coisa, o que poderiam elas fazer? Não posso dizer a ninguém neste autocarro: Olhe, o Fonny está metido em sarilhos, foi preso — já imaginaram o que me diria qualquer passageiro deste autocarro se soubesse, ouvido da minha boca, que amo alguém que está preso? —, e eu sei que ele nunca cometeu um crime e que é uma excelente pessoa, por favor, ajude-me a tirá-lo dali para fora. Já imaginaram o que diria qualquer passageiro deste autocarro? O que diriam vocês? Não posso dizer: Vou ter este bebé e também estou assustada, e não quero que aconteça alguma coisa ao pai do meu bebé, não o deixem morrer na prisão, por favor, oh, por favor! Não se pode dizer uma coisa destas. Ou seja, não se pode dizer nada. Ter um problema significa ficar sozinho. Sentamo-nos e olhamos pela janela, a pensar se ficaremos o resto da vida a ir e a vir neste autocarro. E, se for esse o caso, o que acontecerá ao bebé? O que acontecerá ao Fonny?”