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Carola Ponto e Vírgula

Carola Ponto e Vírgula

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Olá e bom fim-de-semana a todos e vamos lá a mais uma opinião sobre um livro que foi a minha companhia na última semana em que estive a recuperar em casa. “A Arte Subtil De Saber Dizer Que Se F*da” de Mark Manson, uma edição Saída de Emergência e era uma das leituras do mês de Janeiro.

 

“A chave para uma boa vida é estar-se a cagar para mais e importar-se antes com o menos, importar-se apenas com o que é verdadeiro, imediato e importante.”

 

 

 

 

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Olá a todos, bem-vindos ao novo espaço aqui no blogue “Livro, Filme, Acção!”. Aqui será o espaço onde irei falar de um filme que foi baseado num livro que tenha lido.

A opinião sobre o livro será feita como habitualmente e no sítio do costume. Depois o filme será aqui comparado ao livro e vamos ver as diferenças entre os dois e o que mais se destaca em cada versão.

Para começar temos “Fahrenheit 451”, o livro é da autoria de Ray Bradbury e pode ver a minha opinião aqui. O filme é de 2018 e no IMDB não diz que tenha passado pelos cinemas em Portugal. Realizado por Ramin Bahrani (não me perguntem que também não sei quem é…), conta como actor principal, no papel de Guy Montag, Michael B. Jordan. Este eu conheço bem, gostei muito do papel dele no Space Jam… no Creed, digo!

 

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Calma foi sem querer, desculpa!

(A bem dos meus dentes) prometo que não volta a acontecer!

 

 

 

A base do filme tem algumas semelhanças com o livro, mas também algumas diferenças importantes. Por isso, a partir de agora, os spoilers vêm aí forte e feio.

 

 

 

 

 

 

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Olá a todos, boa terça-feira, tão boa quanto estas temperaturas permitam (e diz quem sabe, que ainda vai piorar…).

Com este frio, a única coisa que nos aquece são as horas que passamos a ler, acompanhados de uma bebida quente! E com isto chegamos mais uma vez às minhas leituras do mês que foram votadas no Instagram, desta vez para o mês de Janeiro. Dizer que ainda estou a ler o último livro de Dezembro — “Desperte o Gigante que Há em Si” de Tony Robbins— (e confesso: não está fácil chegar ao fim, é muita informação para digerir)!

Por isso e porque aquelas 600 páginas não desaparecem do dia para a noite, vamos ver os dois livros que lhe vão suceder:

 

A Arte Subtil de Saber Dizer Que Se F*da de Mark Manson

 

SINOPSE:

Uma abordagem que nos desafia os instintos e nos força a questionar tudo o que sabemos sobre a vida

 

Durante décadas convenceram-nos de que o pensamento positivo era a chave para uma vida rica e feliz. Mas esses dias chegaram ao fim. Que se f*da o pensamento positivo! Mark Manson acredita que a sociedade está contaminada por grandes doses de treta e de expectativas ilusórias em relação a nós próprios e ao mundo.

 

Recorrendo a um estilo brutalmente honesto, Manson mostra-nos que o caminho para melhorar a nossa vida requer aprender a lidar com a adversidade. Aconselha-nos a conhecer os nossos limites e a aceitá-los, pois no momento em que reconhecemos os nossos receios, falhas e incertezas, podemos começar a enfrentar as verdades dolorosas e a focar-nos no que realmente importa.

 

Recheado de humor e experiências de vida, A Arte Subtil De Saber Dizer Que Se F*da é o soco no estômago que as novas gerações precisam para não se perderem num mundo cada vez mais fútil.

 

EXPECTATIVA:

Este livro tem estado no meu radar há algum tempo. Primeiro por estar nos tops de vendas há meses e segundo por ser uma abordagem completamente diferente daquela a que estamos habituados neste género de livros. Mas às vezes é preciso uma abordagem desta: sem papas na língua e sem medo de chamar os bois pelos nomes, até mesmo nomes feios. Fico curioso por ler como é que esta ideia “tão fora” pode obter resultados que no fim de contas, ainda nos pode fazer melhorar. Parece estranho?! Talvez seja só demasiado real.

 

 

Segredos Mortais de Robert Bryndza

 

SINOPSE:

Numa manhã gelada de inverno, uma mulher acorda e encontra o corpo ensanguentado da filha à porta de casa. Quem seria capaz de tal atrocidade?

 

A detetive Erika Foster vive um momento de fragilidade devido ao último caso que resolveu, mas está decidida a liderar também esta investigação. Ao deitar mãos à obra, toma conhecimento de outros ataques cometidos na mesma zona pacata do sul de Londres onde o crime ocorreu. Um pormenor arrepiante liga-os ao homicídio - todas as vítimas foram atacadas por uma figura vestida de preto com uma máscara de gás.

 

Erika procura um assassino cujo cartão de visita é aterrorizante. O caso complica-se quando descobre a teia de segredos que rodeia a morte da bela jovem.

 

No entanto, ao juntar as pistas, Erika é forçada a confrontar memórias dolorosas do passado. Deve escavar bem fundo, manter-se concentrada e encontrar o assassino. Só que, desta vez, um elemento da sua equipa corre um perigo terrível...

 

 

EXPECTATIVA:

Sinceramente não sei o que esperar deste livro, tal como em tantos outros deste tipo. Mas este autor já é um nome que vou reconhecendo nas livrarias, sendo que é a minha estreia num livro seu. Pela sinopse parece começar logo de uma forma marcante e macabra. Depois a investigação indica uma teia que se irá desenlear ao longo do livro. Sempre que me estreio num autor a minha curiosidade aumenta, e quando gosto muito, a minha lista de compras urgentes também. Veremos em que ponto ficamos neste caso.

 

 

Agora é por mãos à(s) obra(s) e desejar a todos boas leituras!

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Olá minha gente, bom domingo e vamos falar hoje de um clube literário em que decidi participar: The Bibliophile Club.

Este clube literário foi criado por três mulheres que já têm blogues individuais: By The Library (Sónia Pinto), A Sofia World (Sofia Lima) e Imperium Blog by Lyne (Carolayne Ramos). Destes três blogues apenas seguia o primeiro, mas a magia da Internet é mesmo esta, um chama outro e quando damos por isso temos muitos blogues para acompanhar e no fim um monte de boas sugestões para ler.

Este clube é diferente da maioria porque se foca num tema por mês e não numa escolha especifica, o que facilita a escolha e ainda aumenta a discussão entre os vários membros do grupo e foi muito por isso que decidi fazer parte deste grupo. Conto participar todos os meses, mesmo naqueles em que o tema não seja dos meus favoritos. É sempre bom sair da nossa zona de conforto literária, e eu gosto disso. Já tinha acontecido o mesmo quando participei no Net Book Club d’A mulher que ama livros, quando o livro que ganhou a votação foi “A Maldição de Hill House”, um livro de terror e um género que evito ler, mas gostei da experiência.

Logo para abrir o apetite, em Janeiro o tema escolhido pelas meninas foi Não ficção e/ou Auto-ajuda tendo elas sugerido três livros que entraram na minha lista de compras para 2019. Nem de propósito eu leio todos os meses um livro de Auto-ajuda ou Desenvolvimento Pessoal e por isso o tema deste mês é muito tranquilo para mim e já estava a ler um livro desde o fim de 2018 que se encaixa nos requisitos (eu perguntei se podia ser considerado batota, mas as meninas não se opuseram): “Desperte o Gigante que Há em Si” de Tony Robbins, um dos maiores no desenvolvimento pessoal de todos aqueles que o procuram seja nos livros, vídeos ou nos seus seminários.

 

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No Instagram do blogue, tenho por hábito fazer duas votações para as leituras do mês, uma delas engloba sempre dois livros de Desenvolvimento pessoal. O que venceu a votação foi: “A Arte Subtil de Saber Dizer que se F*da” de Mark Manson. Este não sei se consigo acabar antes do fim de Janeiro, mas também estou muito curioso para lê-lo e falar sobre ele.

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Estou muito curioso por ver e ler todas as opiniões neste clube ao longo destes meses e sobre os temas de leitura. Desejo a melhor sorte a todos, que a interacção seja constante, cada com mais pessoas, e que as boas leituras nunca acabem! E agora, vão participar? Qual o livro que estão a ler? Estão a gostar?

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Olá a todos. Feliz 2019 e sejam bem-vindos ao primeiro post do ano.

O livro de hoje foi o último que acabei em 2018 e será o primeiro a conciliar com outro espaço que já falei nos objectivos para este ano novo. Darei aqui a minha opinião sobre o livro como de costume e depois quando falar sobre o filme, irei compará-los. Ora então vamos lá ao que interessa: “Fahrenheit 451” de Ray Bradbury na sua edição mais recente de Maio de 2018 pela Saída de Emergência.

Originalmente editado em 1953, “Fahrenheit 451” é uma distopia de um futuro onde bombeiros em vez de apagarem fogos, incendeiam livros e todos aqueles que ainda resistam a procurar ser fora da lei por lerem às escondidas. Parece confuso?! Nem por isso, o autor faz um bom trabalho em enquadrar-nos na história de um desses bombeiros, Guy Montag, que persegue esses “leitores criminosos”!

É engraçado, sem ter graça nenhuma, a forma como vamos compreendendo as implicações naquela sociedade onde os livros são proibidos e como sofrem aqueles que ainda tentam resistir. Uma dessas resistentes é a vizinha “excêntrica” de Montag que acaba por lhe ir mostrando o valor e a força que os livros já tiveram e como era a sociedade quando ainda era livre para pensar por si.

“— Tu não estás doente.

Montag recostou-se na cama. Enfiou a mão por baixo da almofada. O livro que escondera ainda lá estava.

— Mildred, que dirias se eu decidisse… bem, se eu deixasse de ir trabalhar durante uns tempos?

— Queres abandonar tudo? Depois de todos estes anos a trabalhar, só porque, uma noite, uma mulher e os livros dela…

— Se tu a visses, Mildred!

— Ela não representa nada para mim! Não devia ter aqueles livros. Era responsabilidade dela, e devia ter pensado nisso. Odeio-a! Pôs-te essas ideias na cabeça, e quando dermos por nós estamos sem casa, sem emprego, sem nada.

— Não estavas lá, não viste. Deve haver algo nos livros, coisas que não conseguimos imaginar, para que uma mulher se deixe ficar assim numa casa em chamas. Deve haver algo eles. Não se faz uma coisa daquelas por nada.

— Era uma estúpida

— Era tão racional como eu e tu, talvez até mais, e nós queimámo-la.”

 

 

 

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Olá a todos, chegámos a Dezembro, aquele mês em que todos tentamos sobreviver às compras compulsivas de Natal e em que desejamos não morrer com uma overdose de doces entre o dia 24 e aquele dia em que, sabe-se lá quando, esses doces acabarão.

Também é o mês, em que nós leitores, fazemos o balanço do ano todo e se cumprimos as nossas metas de leitura. Eu pus no Goodreads que iria ler 30 livros este ano. Vou com 28 lidos, por isso a minha meta está já ali à mão de semear. E vocês quais eram as vossas metas? Já as cumpriram? Quantos livros vos faltam?

De novo deixámos para votação no Stories do Instagram do blogue 4 livros de onde estes dois foram os eleitos para concluirmos este ano em beleza e com isso, também a meta no Goodreads. E então para este mês temos:

 

Fahrenheit 451de Ray Bradbury

 

SINOPSE:

Guy Montag é um bombeiro. O seu emprego consiste em destruir livros proibidos e as casas onde esses livros estão escondidos. Ele nunca questiona a destruição causada, e no final do dia regressa para a sua vida apática com a esposa, Mildred, que passa o dia imersa na sua televisão. Um dia, Montag conhece a sua excêntrica vizinha Clarisse e é como se um sopro de vida o despertasse para o mundo. Ela apresenta-o a um passado onde as pessoas viviam sem medo e dá-lhe a conhecer ideias expressas em livros. Quando conhece um professor que lhe fala de um futuro em que as pessoas podem pensar, Montag apercebe-se subitamente do caminho de dissensão que tem de seguir.

 

Mais de sessenta anos após a sua publicação, o clássico de Ray Bradbury permanece como uma das contribuições mais brilhantes para a literatura distópica e ainda surpreende pela sua audácia e visão profética.

 

EXPECTATIVA:

Por esta sinopse, parece estranho esta realidade onde um futuro onde se pode pensar é uma novidade. Percebe-se ali, como na nossa realidade, o poder que os livros têm no desenvolvimento das pessoas. Como é que um livro com mais de sessenta anos pode ser quase uma previsão do nosso presente em que cada vez mais pessoas fogem da leitura, sem saber o que perdem ao não se perderem nas letras de grandes histórias?! Espero um livro em que no fim possa dizer: este é um livro obrigatório para todos os que lêem, mas também para todos os que não fazem, mas para seu próprio bem, deviam de o fazer.

 

 

Desperte o Gigante que Há em Si de Anthony Robbins

 

SINOPSE:

Um dia, ao pilotar o seu helicóptero sobre a cidade de Glendale, Anthony Robbins ficou espantado com os engarrafamentos que via lá em baixo. Ao aproximar-se, apercebeu-se de que estava a sobrevoar o edifício onde, apenas 11 anos antes, trabalhava como empregado de limpeza; e que o caos no trânsito era provocado por milhares de pessoas que se deslocavam para o seu seminário. Em pouco mais de uma década, Anthony Robbins tinha dado um salto de gigante. Do rapaz pobre e com excesso de peso, que durante anos sustentou a custo a mãe e os irmãos, já nada restava. Aos comandos do helicóptero estava agora um homem de negócios bem-sucedido, multimilionário, que um dia aprendeu a explorar o seu enorme potencial. O segredo dessa extraordinária transformação é-nos revelado por Anthony Robbins em Desperte o Gigante que Há em Si. A receita que o autor nos oferece é a mesma que aplicou na própria vida: a concentração de poder. Por outras palavras concentrar todos os recursos numa única área da vida.

 

Como fazê-lo é o que nos ensina este livro. Primeiro dota-nos das ferramentas para libertarmos o nosso poder; depois mostra como assumirmos o controlo desse poder; por fim, fornece um programa detalhado, de sete dias, para começarmos a moldar a nossa vida aos nossos objetivos.

 

EXPECTATIVA:

Sou fã de Tony Robbins, a forma como construiu os seus negócios, como consegue ajudar as pessoas em todas as vertentes da vida: económica, emocional e física. Claro que não estará sempre certo nas suas abordagens, mas o seu sucesso é a prova do mérito da sua abordagem. Já vi muitos vídeos dele, conversas em podcasts, e li o livro dele “O Jogo do Dinheiro”. Já é algo repetitivo da minha parte, mas neste livro espero aquilo que espero em todos os livros de desenvolvimento pessoal: aprender alguma coisa nova e técnicas que possa aplicar no meu dia-a-dia seja em que patamar for.

 

Com isto, vamos lá por olhos ao caminho que a leitura não se faz sozinha. Até a próxima e obrigado.