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Carola Ponto e Vírgula

Carola Ponto e Vírgula

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Olá pessoal, espero que se encontrem todos bem. Vamos lá falar de mais uma leitura para o #challengedomes da @chuvadeletras_ e da @fantasy.world97. Nesta segunda semana tínhamos que escolher entre Terror ou Memórias e Testemunhos, eu escolhi a segunda opção. Primeiro porque ainda fugo um bocado de livros de terror, embora já tenha lido um ou dois. Aliás acho que devia ser um género que devia apostar mais um pouco. Sugestões? Qual o vosso escritor de Terror favorito? Segundo, já tinha este livro aqui há demasiado tempo por ler e assim tinha uma razão para voltar a ler esta autora, Prémio Nobel da Literatura, depois de já há demasiado tempo ter lido “As Vozes de Chernobyl”.

Sendo assim, vamos falar de “As Últimas Testemunhas” (título original: Poslednie svideteli) da genial Svetlana Alexievich, editado em Portugal pela Elsinore. Este livro traz-nos os relatos de cem crianças bielorrussas, órfãs que foram afectadas pela invasão alemã à antiga União Soviética, morrendo cerca de 3 milhões de crianças, vivendo 27 mil em orfanatos na Bielorrússia.

 

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Olá pessoal, como vão essas leituras? Já tiveram alguma desilusão literária este ano? Eu por agora ainda não tive nenhum livro que não gostasse, é provável que vá acontecer mais tarde ou mais cedo, quanto mais não seja por expectativas demasiado elevadas. Então o livro de hoje é só um dos mais conhecidos de todos os tempos e o mais conhecido envolvendo a época da Segunda Guerra Mundial. Mas quem é que nunca o tinha lido?! Eu, pois está claro! Acreditem, há muitas coisas que só eu… 90% delas, não são boas!

Vamos então falar do livro que eu escolhi para participar no projecto da @dorasantosmarques, o #hol75: “O Diário de Anne Frank”, editado em Portugal pela Livros do Brasil! Sim, é verdade, já li umas coisinhas sobre a Segunda Guerra Mundial, campos de concentração, mas nunca tinha lido o diário mais famoso do mundo. Agora é aquela parte em que fazemos um minuto de silêncio em memória do tempo perdido pelos meus pais a fazer um gajo tão estúpido como eu… não quero cá aqueles aplausos como no futebol, como se eles tivessem feito um bom trabalho! Silêncio por favor.

 

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Olá pessoal, cá estou com mais uma opinião fresquinha. Desta vez, será sobre a última leitura do mês de Setembro, “O Despertar do Mundo” (título original: The Aftermath) de Rhidian Brook, editado em Portugal pela ASA.

Como já tinha dito nas minhas redes sociais na altura em que apresentei esta nova leitura, este livro foi-me emprestado, fugindo ao muito do meu estilo preferido. Por falar em fugir, também já tinha dito, eu fujo deste tipo de capas a uma velocidade tal para os meus padrões que pareço um atleta olímpico de Marcha. Eu sei, não se deve julgar um livro pela capa, mas vocês também julgam que eu sou minimamente inteligente, por isso, estamos quites!

 

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Olá a todos, bem-vindos a mais uma opinião. Hoje temos o primeiro livro de Dezembro, a minha estreia do escritor Daniel Silva: “O Assassino Inglês” na versão livro de bolso edição da 11X17.

Para quem, como eu, gosta deste tipo de história que utiliza factos verídicos para desenvolver a sua trama, Daniel Silva é um dos nomes que aparece sempre nas pesquisas, ao lado de outros velhos conhecidos como Dan Brown e José Rodrigues dos Santos.

A Personagem principal é Gabriel Allon um restaurador de arte e por acaso, ou talvez não, espião judeu que se encontra já na fase final da sua carreira, mas que se vê em mais uma missão por resolver quando chega a casa de Augustus Rolfe, também ele um coleccionador de arte, que contratara Gabriel para restaurar um dos seus quadros, e dá de caras com o banqueiro suíço morto.

 

Marguerite Rolfe concentrou-se no trabalho, avançando lentamente e sem interrupções. Passado uma hora, estava feito. Um bom buraco, concluiu: cerca de dois metros de comprimento e meio metro de largura. Quinze centímetros abaixo da superfície, tinha-se deparado com uma camada espessa de barro. Devido a isso, era um pouco menos fundo do que gostaria. Não importava. Sabia que não era permanente.

Pegou na arma. Era a arma preferida do marido, uma espingarda linda, trabalhada à mão especificamente para ele por um mestre armeiro em Milão. Ele nunca mais poderia voltar a usá-la. Isso, a ela, agradava-lhe. Pensou em Anna. Por favor, não acordes, Anna. Dorme, meu amor.

A seguir, entrou na vala, deitou-se de costas, colocou a ponta do cano da espingarda na boca e puxou o gatilho.

 

 

 

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         Olá e hoje é sexta-feira yeah e aqui no blogue significa mais uma opinião sobre um livro. O livro de hoje é recomendado por imensas pessoas como “leitura obrigatória”. E se era obrigatório, eu tinha que comprar e ler.

Achei-o na Feira do Livro do ano passado e dois dias depois tinha acabado de o ler. Não é um livro grande, mas é um grande livro, enorme mesmo, e que serve de lembrança de como foram os tempos da Segunda Guerra Mundial.

 

“Nós, que voltámos a casa, com a ajuda de muitas circunstâncias felizes ou de milagres — seja qual for o nome que escolhamos dar-lhes — nós sabemos: os melhores de entre nós não regressaram.”