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Carola Ponto e Vírgula

Carola Ponto e Vírgula

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Olá a todos, bem-vindos a mais uma opinião. Hoje temos o primeiro livro de Dezembro, a minha estreia do escritor Daniel Silva: “O Assassino Inglês” na versão livro de bolso edição da 11X17.

Para quem, como eu, gosta deste tipo de história que utiliza factos verídicos para desenvolver a sua trama, Daniel Silva é um dos nomes que aparece sempre nas pesquisas, ao lado de outros velhos conhecidos como Dan Brown e José Rodrigues dos Santos.

A Personagem principal é Gabriel Allon um restaurador de arte e por acaso, ou talvez não, espião judeu que se encontra já na fase final da sua carreira, mas que se vê em mais uma missão por resolver quando chega a casa de Augustus Rolfe, também ele um coleccionador de arte, que contratara Gabriel para restaurar um dos seus quadros, e dá de caras com o banqueiro suíço morto.

 

Marguerite Rolfe concentrou-se no trabalho, avançando lentamente e sem interrupções. Passado uma hora, estava feito. Um bom buraco, concluiu: cerca de dois metros de comprimento e meio metro de largura. Quinze centímetros abaixo da superfície, tinha-se deparado com uma camada espessa de barro. Devido a isso, era um pouco menos fundo do que gostaria. Não importava. Sabia que não era permanente.

Pegou na arma. Era a arma preferida do marido, uma espingarda linda, trabalhada à mão especificamente para ele por um mestre armeiro em Milão. Ele nunca mais poderia voltar a usá-la. Isso, a ela, agradava-lhe. Pensou em Anna. Por favor, não acordes, Anna. Dorme, meu amor.

A seguir, entrou na vala, deitou-se de costas, colocou a ponta do cano da espingarda na boca e puxou o gatilho.

 

 

 

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         Olá e hoje é sexta-feira yeah e aqui no blogue significa mais uma opinião sobre um livro. O livro de hoje é recomendado por imensas pessoas como “leitura obrigatória”. E se era obrigatório, eu tinha que comprar e ler.

Achei-o na Feira do Livro do ano passado e dois dias depois tinha acabado de o ler. Não é um livro grande, mas é um grande livro, enorme mesmo, e que serve de lembrança de como foram os tempos da Segunda Guerra Mundial.

 

“Nós, que voltámos a casa, com a ajuda de muitas circunstâncias felizes ou de milagres — seja qual for o nome que escolhamos dar-lhes — nós sabemos: os melhores de entre nós não regressaram.”