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Carola Ponto e Vírgula

Carola Ponto e Vírgula

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Olá pessoal, como vão essas leituras? Qual é a vossa leitura por estes dias? O livro que venho falar hoje foi a escolha do meu par para este mês de Junho no #chooseforme, organizado pela @randygirlstuff e pela @chuvadeletras__. Tem sido muito divertido participar neste projecto e parece que já estão a magicar mais ideias para manter este grupo e todos os seus pares animados.

Neste mês de Junho o meu par é a @ricardabooks que escolheu “Verity” da mais que conhecida Colleen Hoover, editado em Portugal pela TopSeller. Desta autora só li o “Confesso”, adorei e foi uma grande surpresa porque tinha aquele preconceito estúpido de que se está tudo doido com esta autora é porque é demasiado romântico para o meu gosto. Mas enganei-me, claro que não deixou de ser um romance, mas a escrita e a história foi montada de forma espectacular. Quando soube que “Verity” era a estreia da autora pelo mundo dos Thrillers, fiquei ainda mais curioso e decidi que seria o próximo livro que teria da autora.

 

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A história começa quando Lowen, que é uma escritora desconhecida do grande público, decide aceitar escrever os três últimos livros da série de sucesso de Verity, esta sim, uma autora bastante conhecida e que teve um acidente que a deixou incapacitada para poder continuar a sua obra, daí a contratação de Lowen. Depois Lowen aceita a sugestão de Jeremy, marido de Verity, de ficar por uns tempos na casa deles de forma a estudar as anotações de Verity e assim entrar na sua cabeça para poder concluir a sua série. Mas tudo entra em segundo plano quando Lowen descobre uma autobiografia inacabada que era suposto mais ninguém ter acesso a ela.

Mas Lowen tem acesso ilimitado e quanto mais lê, mais quer saber, sendo sugada para aquela história, para aquela vida, com acontecimentos trágicos e confissões de medonhas. Tal como Lowen, também eu fui completamente levado pela curiosidade de conhecer a autobiografia e assim ter as respostas a tantas perguntas que se foram formando na minha cabeça.

 

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Li este livro em pouco mais de 24 horas e isso é suficiente para explicar o quanto esta história me despertou o interesse. Colleen Hoover tem esta capacidade de nos manter colados ao enredo e com esta primeira aventura pelos Thrillers ainda fez algo muito original com a adição da autobiografia de Verity, parecendo que estamos a ler dois livros dentro de um. Adorei, foram 5 estrelas no Goodreads.

Este ano já li muitos livros que foram 5 estrelas, mas ainda me faltava um destes: dentro do meu género favorito, que me viciasse completamente e me arrebatasse do início ao fim. Até ver é a melhor leitura do ano e não será fácil destroná-lo!

 

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Se com “Confesso” fiquei com curiosidade de ler mais romances desta autora, embora seja um estilo de livro fora da minha zona de conforto, agora com “Verity” acho que Colleen Hoover devia de se dedicar aos Thrillers a Full-time! A autora reinventou-se e correu o risco de entrar por um género novo e foi uma aposta em cheio.

A leitura seguinte estará, com muita pena minha, condenada a ser avaliada como “é bom, mas não tão bom como Verity”. É injusto e por isso fiquei na dúvida entre escolher um livro pelo qual tenho grandes expectativas ou escolher outro de um estilo completamente diferente para me dar alguma distância depois desta maravilha.

E vocês, quem já leu Verity? Ou será mais indicado perguntar, quem ainda não leu Verity? Qual é o vosso livro favorito da autora? Comentem e vamos falar sobre esta autora que tem uma legião enorme de fãs no nosso país. Obrigado a todos e boas leituras!

 

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